05 junho 2007

Miss Universe 2007 Riyo Mori

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Reuters - Mon Jun 4, 9:14 PM ET
Miss Universe 2007 Riyo Mori of Japan arrives to attend the 2007 CFDA Fashion Awards in New York June 4, 2007. REUTERS/Lucas Jackson (UNITED STATES)

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AP - Mon Jun 4, 9:19 PM ET
Miss Universe 2007 Riyo Mori poses for a photo at the CFDA Fashion Awards in New York, Monday, June 4, 2007. The annual gala celebrates the year's leading designers and trend setters.(AP Photo/Stuart Ramson)

Priyanka Chopra: Second most successful Miss India – Miss World in Bollywood


Priyanka Chopra in a still from Salaam-E-Ishq

By Vimla Patil

5 June 2007 (Sawf News) - Priyanka Chopra is the second most successful Miss India-Miss World in Bollywood

Just as the news comes that Priyanka Chopra has signed a three-film contract worth Rs.4 to 5 crores, with UTV, it seems a good opportunity to look back with pride at all the Miss India, Miss World, Miss Universe and Miss Asia title winners and their careers in Bollywood.

The earliest beauty queen to make a superb mark in Bollywood was Zeenat Aman who won the title of Miss Asia in 1971.

Zeenat, fresh as a dewdrop, came back with the crown to India and was immediately snapped up by the debonair Dev Anand for his epoch making film Hare Rama Hare Krishna.

With the success of the film, Zeenat went from one high to the next till she retired after marriage to Mazhar Khan and motherhood.

The next to make a huge mark in Bollywood was Tina Munim, winner of the Teen Princess title. She too was made a star by Dev Anand, who introduced her in his film Des Pardes. Tina went on to make several successful films before marrying industrialist Anil Ambani.

Next was Juhi Chawla, Miss India 1984, who started her career with Qayamat Se Qayamat Tak with Aamir Khan and achieved a hit with the very first film. She too became a top star of the big screen over the years doing commercial and art house films and winning kudos for both.

An extremely talented singer and respected star, she took a sabbatical when she married millionaire Jai Mehta and had two children. She takes assignments now and then and continues to win praise for her acting prowess. She will soon be seen in Swami, a simple story directed by choreographer Ganesh Acharya.

In 1994, Aishwarya Rai won the Miss World title while her colleague Sushmita Sen won the Miss Universe title.

Ash began her journey to stardom soon and so did Sush. But over the years, Sush was left behind, doing some films and endorsements, while Ash marched on to get international recognition as 'the most beautiful woman in the world' and made scores of films with the leading production houses of Bollywood.

And then came Priyanka Chopra, yet another Miss World, who built a fabulous film career within five years of her arrival in Bollywood.

Priyanka has been the heroine of several hit movies including the recent Krrish with Hrithik Roshan. Her co-stars have included Salman Khan, Akshay Kumar, Shah Rukh Khan, Hrithik Roshan and perhaps all the top heroes of Bollywood.

With her bagging a three-movie contract with UTV, she has become the second most successful beauty queen in Bollywood after Aishwarya Rai. She has more recently signed one more movie Love Story 2050 which is the launch vehicle for her reported boyfriend Harman Baweja, after Kareena Kapoor opted out of the movie.

Lara Dutta (Miss Universe 2000), who features in the forthcoming movie Jhoom Barabar Jhoom from Yashraj Films, is yet another moderately successful beauty queen. Then of course, there is the sexy Bipasha Basu (Ford Supermodel of the World 1996), celebrated beauty queen who has made her mark in many movies and is surely among the top five female stars of Bollywood currently.

Other beauty queens who tried their luck in Bollywood were Sangeeta Bijlani (Miss India 1980), Swaroop Sampat (Miss India 1979), Naveeda Mehdi (Miss India World 1990), Dolly Minhas(Miss India Universe 1988) and others. Younger beauty queens who continue to work in films are Celina Jaitley (Miss India Universe 2001), Dia Mirza (Miss India Asia Pacific 2000), Tanushree Dutta (Miss India Universe 2004) and Yukta Mookhey (Miss India World 1999)

http://news.sawf.org/

04 junho 2007

Miss USA: ‘I'm going to hold my head high’


Rachel Smith talks about her pageant fall, responses to audience boos

NBC News video


Miss USA responds to the boos
June 4: In a TODAY exclusive, Rachel Smith spoke with TODAY's Ann Curry about the Miss Universe pageant, Mexico and what's next.
By John Springer
TODAYShow.com contributor
Updated: 8:52 a.m. ET June 4, 2007

Her infamous slip and fall at the Miss Universe Pageant, and the boos from the audience, will not deter Miss USA Rachel Smith from representing her country proudly, the beauty queen from Tennessee proclaimed emphatically Monday.

“Unfortunately, it happened to me. It is part of my past. I'm going to hold my head high,” Smith, 22, said during a live appearance on TODAY.

“What kind of role model would I be if I had just crawled off the stage or just stayed there lying on the ground? It was tough, but I'm going to continue to be a good role model and I look forward to what is ahead,” Smith said.

Alemão acompanha a Miss Brasil no roteiro da beleza

Natália Guimarães mostra um pouco de sua rotina.
Ex-BBB estreou quadro no "Fantástico"

Em sua primeira missão no quadro "Paredão do Alemão", do "Fantástico", o vencedor do "BBB 7" Diego Alemão entrevistou a Miss Brasil Natália Guimarães, a segunda colocada no último concurso Miss Universo.

A mineira de 22 anos mostrou um pouco de sua habilidade na hora de desfilar e teve que resistir às provocações de Alemão.

Ela disse que o "mais importante é você ter autoconfiança e mostrar isso aos outros" e também comentou a vitória da japonesa Riyo Mori, que foi muito contestada.

"Na hora que anunciaram o meu nome como segundo lugar as pessoas perguntaram 'você não ficou triste, não ficou decepcionada?'. Eu respirei fundo e falei 'não, lá no Brasil vai ser muito melhor'."

Os dois ainda foram a um salão de beleza, e Diego Alemão ainda teve que enfrentar depilação com cera quente.

http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL46535-7084-8600,00.html

03 junho 2007

Miss Brasil tem cílios postiços e seios de verdade

Natália Guimarães perdeu o concurso de Miss Universo para japonesa, mas diz que assimilou e já busca trabalho

Estudante de arquitetura, de família mineira e namorando há quatro anos, a mulher mais bela do Brasil diz que não vai aceitar convites para posar nua


Leonardo Wen/Folha Imagem

Natália Guimarães, que ficou em segundo no Miss Universo, em sua volta ao Brasil


PAULO SAMPAIO
DA REPORTAGEM LOCAL

Linda, 1,75 m, 58 kg, 22 anos, bem tratada, bem nascida, filha única, namorando firme há quatro anos, estudante de arquitetura, bilíngue, miss Minas Gerais, miss Brasil, miss fotogenia, Top Model of The World...o que mais Natália Guimarães poderia querer?
O título de miss Universo, disputado na última segunda-feira na Cidade do México.
Mas esse ela perdeu para Riyo Mori, 20, uma japonesa com silhueta de lambisgóia, em uma finalíssima cujo resultado todos os brasileiros consideraram uma marmelada.
Todos, menos Natália, que faz questão de se mostrar bonita por dentro também.
Ela repetiu pelo menos quatro vezes, para veículos de informação diferentes: "Fiquei muito contente com o segundo lugar, dei graças a Deus, estava louca para voltar pra casa" e "Não me arrependo de nada".
O máximo que deixou escapar foi: "Ela [a japonesa] chamou muito a atenção por causa das roupas caríssimas. Só usava Gucci, Prada, e sempre alguma coisa que tinha acabado de aparecer na internet no corpo de alguma modelo famosa", conta.
Comenta que havia três descendentes de japoneses no júri. "Outros três vieram me dizer que votaram em mim", diz, sem afetação de maldade.
Natália é incontornavelmente do bem. A Folha ficou um dia com ela, desde seu desembarque no aeroporto de Cumbica (em Guarulhos), às 7h, vinda do México, e o primeiro (e último) ""puta-merda" que ela soltou foi às 15h, e, mesmo assim, a pedidos.
"Quando diz palavrão?"
"Quando me machuco."
"Qual o palavrão preferido?"
Demora a sair, ela se encolhe toda, rindo, mas fala.
A mulher mais bonita do Brasil ganhou pelo segundo lugar no mundial US$ 3.000, uma coroa de cristal e um relógio estilo cebolão branco.
"Já pintou algum trabalho?", ela pergunta a Carla Grotto, assessora de imprensa, à saída do aeroporto de Guarulhos.
"Por enquanto, não", responde Carla, encarregada de levá-la pra cima e pra baixo. "Mas é que o pessoal não se deu conta direito. A partir da semana que vem, você vai ver, deve pintar muito convite."
A miss Brasil 1999, Renata Fan, que não chegou tão perto do primeiro lugar no mundial e hoje apresenta um programa de esportes na TV Bandeirantes, garante:
"Você não vai dar conta dos convites. Espera para ver."
"Convites pra quê?"
"Para tudo o que você imaginar", garante Renata, que, contudo, só consegue se lembrar de uma maravilhosa experiência como júri de um concurso de miss no Peru.
"Não ganhei nada, só um colar de pérolas e um carro dos patrocinadores", ri Marta Rocha, miss Brasil 1954, segundo lugar no Universo.
Mas Marta não nega que, naquela época, o concurso conferiu a ela um "incrível trânsito" na alta sociedade.
"Havia muito glamour em torno da miss Brasil. Eu era convidada para simplesmente tudo. Conheci o Brasil de ponta a ponta e viajei o mundo", diz a baiana, que foi casada duas vezes, primeiro com um banqueiro, de quem ficou viúva aos 24 anos, e depois com um empresário dono de seguradora.
A "chaperone" (babá) de Natália, a miss Alagoas 1955, Bertine Motta, 71, não conseguiu otimizar o concurso com associações confortáveis:
"Fiquei casada com um canadense durante uma semana. Fomos para Bogotá [Bolívia], e ele não achou ruim quando eu comentei que alguns amigos dele estavam me cortejando. Ele disse: "Você acha que eu tenho amigos para quê?" Fui-me embora."
O segundo casamento dela durou 18 anos: desde a separação, ela diz que tornou-se "assexuada". Mora na Barata Ribeiro, uma rua barulhenta de Copacabana, no Rio.

Nudez, não
Natália sabe que não pode esperar ficar milionária como Gisele Bündchen. Até tentou a carreira de top model, começou a fazer fotos e alguns desfiles aos 15, mas não "virou".
Sempre do bem, ela diz que "não tinha corpo para ser modelo nem estava disposta a fazer tantos sacrifícios".
Renata Fan volta à carga: "As tops são modelos de fotoshop, poses, cenas, não mulheres de verdade. [Apontando para Natália, com o braço levantado] Olha pra isso!", diz Fan, espécie de versão loura de Natália.
A mulher de verdade desembarca cedinho em Cumbica, depois de 12 horas de vôo, com incríveis cílios postiços, sombra escura, maquiagem pesada, cabelos estilo pantera muito longos enrolados nas pontas, terno de cetim preto e sandálias claras muito altas.
Um caçador de top models não esperaria a chegada de Natália ao hotel para repaginá-la.
A miss Brasil posa pacientemente para os fotógrafos, com um pé mais à frente, meio de lado. O mulherão daria uma sensacional capa de Playboy mas... "Morro à míngua, mas não faço", corta a mineira de Juiz de Fora, família grande.
À propósito, os seios fartos de Natália são naturais: "Todo mundo pensa que coloquei silicone. Eles já foram até maiores", conta ela, que passou de manequim 46 de sutiã para 44.
Isso não faz a menor diferença já que, por enquanto, os únicos olhos a terem acesso ao corpão de Natália são os do administrador de empresas Christian Wagner, 23, namorado desde a época de colégio. "Eu me considero um cara de visão", diz, rindo. "Sempre me achei um sortudo."

folha.uol.com.br

Natália Guimarães no Fashion Rio

Notícia de última hora: a Miss Brasil Natália Guimarães acaba de fechar sua participação no Fashion Rio. Natália, que ficou com o segundo lugar no Miss Universo essa semana, sobe com exclusividade na passarela da TNG nesta segunda-feira.

* Bem que Glamurama avisou você, Natália, que, neste caso, ser vice dá a maior sorte. Para recordar as brasileiras que quase chegaram lá – e as que representaram o Brasil como as mais bonitas do mundo –, clique aqui.

http://glamurama.com.br/notas/





A nova Marta Rocha

A nova Marta Rocha: A brasileira Natália Guimarães, segunda colocada no Miss Universo, conta os bastidores do concurso

Por Danilo Casaletti



O momento exato do resultado do Concurso Miss Universo

ÉPOCA - Como foi ficar em segundo lugar no Miss Universo?
Natália Guimarães -
Para mim, foi maravilhoso, uma vitória. Não é fácil representar um estado e depois uma país. Não foi uma derrota e, sim, uma vitória. Se eu não fiquei em primeiro, é por que Deus tinha um plano bem melhor para mim. E isso eu já estou sentindo hoje, no primeiro dia. Acho que se eu construir minha carreira aqui, ela pode durar muito mais tempo do que eu ficar um ano em Nova York.

ÉPOCA - Você se sentiu, de alguma maneira, injustiçada pelo resultado?
Natália -
Se eu tivesse ficado em primeiro e a segunda dissesse que o resultado foi injusto, eu ficaria muito chateada. Se aconteceu algo ou não, a Miss Japão merece respeito, afinal, ela não tem culpa de nada.

ÉPOCA - Aqui no Brasil, já surgiram até comunidades no Orkut dizendo que houve um complô por parte dos jurados orientais... Você percebeu algo durante o concurso?
Natália -
Sério? Não sabia. Vou querer entrar para ver. Há muitos anos que as latinas vêm vencendo o concurso, e acho que eles resolveram valorizar a beleza da mulher oriental. Não acho injusto. Todo tipo de bveleza deve ser valorizado, a oriental, a negra... Chegou a vez do Oriente... Para mim, está tudo bem.

ÉPOCA - Mas você sentiu que havia algum tipo de combinação nesse sentido?
Natália -
Havia três jurados orientais no júri, então... Mas, nos bastidores, o que se falava é que seria muito difícil uma latina ganhar. Alguns países teriam ameaçado parar de mandar meninas para o concurso...

ÉPOCA - O organização do Miss Brasil pecou em algo? Faltou um trabalho de marketing, por exemplo?
Natália-
O Miss Brasil foi apenas duas semanas antes do Miss Universo. A Miss Venezuela foi eleita em setembro! Ela, por exemplo, teve muito mais tempo para se preparar do que eu. A Miss Japão teve patrocínio de marcas muito famosas, o que a deixou em evidência. Acho que a organização do Miss Brasil deveria rever isso e dar mais tempo para a candidata se preparar.

ÉPOCA - O que você fez após o concurso? Comemorou? Tomou um porre? Descansou?
Natália -
Depois que terminou o concurso, fomos receber os prêmios, tirar fotos etc. Depois fui para o hotel jantar com minha família. Quando entrei no restaurante, todo mundo bateu palmas para mim. Fiquei emocionada, tinha gente do mundo todo e eu não conhecia ninguém. Logo depois teve uma festa para as misses... Muitas beberam demais! (risos) Mas eu preferi dormir, estava muito cansada.

ÉPOCA - O concurso era como você imaginava?
Natália -
Sim. Foi tudo maravilhoso! Fomos muito bem cuidadas, fizemos diversos passeios no México. Cancún é lindo! O mar do Caribe... Foram as praias mais bonitas que já vi na vida.

ÉPOCA - Você recebeu muitas cantadas?
Natália -
Não. É até engraçado, mas acho que as pessoas respeitam as misses. Só ouvi coisas bem sutis, elogios... Graças a Deus!

ÉPOCA - Qual miss você achou a mais bonita?
Natália -
A Miss Venezuela é muito bonita. Tanto nas fotos como pessoalmente. Fora isso, é uma pessoa muito boa. A Miss Espanha também era linda. Fiquei decepcionada de ela não ter chegado nem entre as 15 finalistas.

ÉPOCA - Qual era a mais antipática?
Natália -
Como são muitas meninas, 77 no total, é complicado fazer amizade com todas... Então ficou assim: um grupinho de latinas, outro das orientais... As latinas eram as mais soltas, pulavam, gritavam... Já as européias eram mais fechadas, só olhavam.

ÉPOCA - Existe muita rivalidade no concurso? Presenciou algum fato?
Natália -
Rivalidade, sempre tem. Mas, para ser sincera, eu senti mais rivalidade no Miss Brasil do que no Miss Universo. No Miss Universo, as meninas têm a cabeça mais aberta, estão mais cientes da importância do concurso. Aqui no Brasil, uma vez, eu percebi que as outras meninas ficaram com ciúme de mim. A gente tinha uma filmagem, e eu pedi para fazer primeiro porque queria ficar livre logo... As outras meninas entenderam que só iriam filmar comigo. Elas ficaram reclamando e cochichando que eu tinha mais atenção que as outras. Mas isso só fez eu me sentir mais forte.

A beleza da mineira Natália Guimarâes

ÉPOCA - Miss tem celulite?
Natália -
Com certeza! Ninguém é perfeito neste mundo! Só que os meus defeitos, eu não vou contar para ninguém.

ÉPOCA - Mas você já mexeu no seu corpo? Lipo? Silicone?
Natália -
Não, nunca fiz. Nem tive tempo, foi tudo muito rápido. Mas não tenho preconceito em relação a isso. Se tivesse de fazer, faria numa boa... Só teria cuidado para não perder a naturalidade.

ÉPOCA - E aquele mito de que toda miss leu o Pequeno Príncipe? Você leu esse livro?
Natália -
Não, isso é ridículo... Não li, nem pretendo... (Nesse momento, uma mulher que estava no corredor do hotel escutou e disse: “Não fale isso. É um livro tão bonito! Você deveria ler.)

ÉPOCA - Você já fez pontas na TV Globo (minissérie Os Mais e Malhação). Pretende ser atriz. apresentadora ou modelo? Qual carreira pretende seguir?
Natália -
Quando eu fiz, era muito novinha. Foi há sete anos. Eu fazia teatro em Belo Horizonte e, durante as férias, fui ao Rio de Janeiro e fiz essas participações. Quando voltei a Belo Horizonte, me ligaram convidando para participar de uma novela. Mas eu era muito nova, estava no colégio, e meu pai não deixou. Hoje em dia, eu agradeço a ele por isso. Terminei meus estudos e, se agora eu vier a trabalhar como atriz, terei muito mais maturidade.

ÉPOCA - Mas você pretende seguir a carreira de atriz?
Natália -
Sim. Acho que agora está na hora certa. Esse título vai me ajudar bastante...

ÉPOCA - Provavelmente surgirão convites para posar nua... Você faria isso?
Natália -
Até já apareceu um convite para um ensaio sensual, mas não é a minha praia. Respeito muito quem faz, mas nunca farei esse tipo de trabalho.

ÉPOCA -Você cursava Arquitetura. Pretende trabalhar nessa área algum dia?
Natália -
Sim, é algo que me fascina. Com esse concurso, tenho viajado o mundo e fico encantada com as cidades, com os hotéis... Quero terminar o curso (ela trancou no sexto período), só não sei quando vou conseguir. Além disso, quero cursar Direito. Acho que todo ser humano tem que fazer esse curso para ter consciência dos seus direitos perante a sociedade...

ÉPOCA - Como é a agenda de uma miss? Quais são os trabalhos?
Natália -
Bom, vou saber agora. Quando eu venci o Miss Brasil, nem deu tempo de trabalhar. Só resolvi as questões da viagem para o México. Hoje, quando cheguei ao Brasil, estava morta, cansada, e vi que já tinha uma agenda extensa de entrevistas. Mas está sendo prazeroso. Quero aproveitar cada minuto.

ÉPOCA - Você acha que vai ganhar dinheiro com esse título?
Natália -
Acho que sim. Os brasileiros estão gostando do meu trabalho e vejo que há um interesse por mim lá fora também. O Donald Trump já me convidou para ir a Nova York para uma reunião. Ele quer que eu faça todos os trabalhos que a Miss Japão não puder fazer.

ÉPOCA - Sempre sonhou em ser miss?
Natália -
Não. Foi por acaso. Eu estava trabalhando em Nova York há um ano e voltei ao Brasil para ficar uma semana. No elevador do meu dentista, um dono de agência de modelo me convidou para ser Miss Belo Horizonte. Fui apresentada para o dono do Miss Minas Gerais, que tem franquia do Miss Intercontinental. Fui para as Bahamas representar o Brasil, antes mesmo do Miss Minas Gerais. Também teve o Top Model of the World, na China, que eu venci, antes mesmo de eu ser Miss Brasil. Fui a primeira brasileira a vencer esse concurso.

ÉPOCA - Você tem uma causa ou uma preocupação mundial que você pretenda seguir ou gostaria de abraçar?
Natália -
Deus me deu a beleza e uma forma de estar em contato com a mídia. Por isso, acho que seria injusto eu não retribuir de alguma forma. Tenho vontade de abrir, junto com minha mãe, uma casa para menores abandonados em Minas. Queremos atender, pelo menos, 150 crianças.

http://revistaepoca.globo.com/

Triunfo de Miss Japón “es justo”, dice Miss Brasil

Los brasileños habían quedado inconformes con la elección final de Miss Universo.

Tokio - ipcdigital.com
Natalia Guimarães, Miss Brasil. Quedó en segundo lugar en la final de Miss Universo. (Reuters)
Natalia Guimarães, Miss Brasil. Quedó en segundo lugar en la final de Miss Universo.


En Brasil nadie comprendía por qué Natalia Guimarães, de 22 años de edad, había perdido el cetro de Miss Universo 2007 ante la japonesa Riyo Mori en la final de concurso realizado en México el pasado lunes.

La escultural candidata brasileña merecía ser la reina de las más bellas, según el paracer de sus compatriotas. La elección de Riyo Mori fue un shock.

De esa manera, el resultado de Miss Universo 2007 se convirtió en un debate durante varios días en foros de Internet y prensa brasileña hasta que la misma Natalia salió a cortar por lo sano para curar las heridas de la insatisfacción.

Según declaró ella al portal Terra.com, el triunfo de la japonesa es justo.

"Encuentro justo que el concurso Miss Universo valorice todo tipo de belleza existente: la negra, la asiática, la latina, la europea, etecétera. Este año fue de las orientales", dijo Natalia a Terra.

Consultada sobre las cualidades de la japonesa, manifestó: "Ella es bailarina desde hace muchos años, por lo tanto tiene una postura maravillosa, sabe desfilar muy bien, creo que esto es un punto grande a su favor".

Miss Brasil también se pronunció en contra del abucheo que sufrió Miss Estados Unidos de parte del público mexicano. "Al final, Miss Estados Unidos no tiene nada que ver con los resentimientos y la rabia que los mexicanos tienen por desavenencias políticas entre los dos países".

Miss Brasil curte fama e encontra Alemão

Foto: TV Globo
Divulgação
Miss Natália Guimarães e Diego Alemão (Foto: TV Globo)

A Miss Brasil Natália Guimarães está curtindo a fama alcançada após o bom desempenho no Miss Universo 2007, quando ficou em segundo lugar no concurso realizado na Cidade do México. De volta ao Brasil, Natália participou de uma série de compromissos profissionais. Teve até um encontro de celebridades com o campeão do 'Big Brother Brasil 7', Diego Alemão.

Por onde passa, Natália é parada nas ruas para tirar fotos e dar autógrafos. Muitos homens não resistem à beleza da morena de 22 anos e soltam: "Você é muito linda!" Com muito respeito.

Natália Guimarães também tem namorado. O empresário Christian Wagner, de 23 anos, acompanhou a mineira no concurso Miss Universo 2007. Se ela tivesse vencido a japonesa Riyo Mori, teria de morar um ano em Nova York. Mas Natália garante que isso não traria problemas para sua vida pessoal. “Se eu tivesse ganhado o Miss Universo ficaria com os dois, o título e o namorado”, garante.

Foto: Arquivo Pessoal
Arquivo Pessoal
Rafaela Zanella, Natália Guimarães e os respectivos namorados: Denis Valente e Christian Wagner (Foto: Arquivo pessoal)

Todo o glamour que envolve o título de miss acaba criando uma certa idolatria do público em relação à beldade. Como resultado, os homens ficam com medo de se aproximar da rainha da beleza. Quem garante isso é a gaúcha Rafaela Zanella, 20 anos, Miss Brasil 2006, que recentemente passou sua coroa para a mineira Natália Guimarães, segunda colocada no concurso Miss Universo 2007.

“As pessoas ficam com um certo receio de chegar perto de uma miss. Elas ficam com vergonha”, afirma Rafaela, que representou o Brasil no

Foto: Isabela Noronha
G1
Natália passeia pelo bairro da Liberdade, em S?o Paulo (Foto: Isabela Noronha/G1)

concurso Miss Universo de 2006 e ficou em 13° lugar. “Eu nunca tive problemas, porque tenho namorado.”


GALERIAS DE FOTOS
Fotos de Rafaela Zanella e Natália Guimarães
Fotos de Natália preparando um sushi
Fotos do álbum de família da Miss Brasil 2007
Fotos do concurso Miss Universo 2007


Os bons desempenhos de Natália e Rafaela em disputas internacionais devem aumentar a procura das mulheres pelos concursos de miss. “As mulheres estão vendo que vale a pena participar destes

Foto: Arquivo Pessoal
Arquivo Pessoal
Rafaela Zanella voltou a se dedicar à faculdade de medicina (Foto: Arquivo pessoal)
concursos.” Segundo ela, o trabalho de miss é diferente do de uma modelo ou manequim. “Os padrões não são tão rígidos, as medidas são outras.”

Após um ano de intensos compromissos por todo o país, Rafaela agora finalmente conseguiu tempo para se dedicar aos estudos na faculdade de medicina. “Meu sonho sempre foi ser médica.” Ela também está conseguindo ir aos jogos do seu time do coração, o Grêmio, na Libertadores.

Rafaela deu sua dose de contribuição para o sucesso de Natália Guimarães: ela participou do júri do
Foto: Reuters
Reuters
Japonesa Riyo Mori venceu Natália no Miss Universo (Foto: Reuters)
concurso Miss Minas Gerais. Natália venceu e, meses depois, foi eleita a Miss Brasil. Ali já era possível perceber o talento da mineira. “A Natália é muito bem-preparada. Em todos os concursos ela mostrou querer sempre ganhar.”

Sobre a vitória da Miss Japão no concurso de Miss Universo, Rafaella Zanella comenta: “Não está nos padrões de beleza que a maioria dos brasileiros estão acostumados, mas é uma mulher muito bonita. São belezas completamente diferentes: uma é latina, a outra é oriental. É como no Brasil. Quase sempre ganha uma gaúcha ou uma catarinense. Este ano foi uma mineira. Depende dos olhos de cada um”.
G1

Ex-miss Brasil: 'Minha vida virou um inferno'

Taíza Thomsen concedeu entrevista ao jornal britânico The Mail on Sunday.
Ela foi considerada desaparecida pela família que vive no Brasil.
Foto: Agência RBS
Agência RBS
Taíza Thomsen (Foto: Agência RBS)


A ex-miss Brasil Taíza Thomsen, que chegou a ser considerada desaparecida pela Polícia Federal e pela Scotland Yard no começo deste ano, afirmou que sua vida 'virou um inferno'. A declaração foi publicada neste domingo (3) pelo jornal britânico The Mail on Sunday.
Essa foi a primeira entrevista dela desde que seus pais procuraram a PF em Joinville (SC) e contaram que não faziam contato com ela desde setembro de 2006. Na entrevista, ela falou sobre o suposto desaparecimento.
A PF divulgou nota no dia 5 de fevereiro deste ano informando que havia localizado a ex-miss Brasil. O contato telefônico com ela foi feito no dia 3 de fevereiro. De acordo com a Polícia Federal, Taíza afirmou que estava bem em Londres e que não desejava ser encontrada nem mesmo por seus pais. Ainda de acordo com o delegado, ela não demonstrava estar coagida, sendo um direito dela manter-se isolada.
Mesmo depois da investigação da PF, a família continuou a acreditar que a ex-miss ainda estava desaparecida.

Ameaças

A entrevista de Taíza no jornal britânico The Mail on Sunday colocou um ponto final na história de sua saída do Brasil. Ela afirmou que vida virou um "inferno na terra" depois que vários cartazes com sua foto foram espalhados pela capital britânica.
Ela explicou ao jornal britânico que foi presa pela imigração. Taíza estava com o visto expirado em dezembro de 2006. "Fiquei presa por 30 dias até que eu esclareci toda essa tagarelice causada por minha mãe. Agora eu quero ser deixada em paz para seguir com a vida que construí para mim na Grã-Bretanha", disse.
Taíza também revelou que saiu de São Paulo por estar sendo perseguida. "Recebi uma série de ameaças de morte, mas eu não quero falar sobre isso."

Família

A falta de contato com os pais, em Joinville, foi motivada por "desentendimentos que me deixaram muito chateada. Minha mãe atrapalhou tudo ao ir à polícia", disse Taíza.
A ex-miss disse que não se prostituiu em Londres, mas confirmou que trabalhou em um clube de strip-tease na capital londrina. Ela usava o pseudônimo Sol. "Muitas brasileiras trabalham nesses clubes e, apesar de dançarem nuas, elas não são prostitutas."
Ela disse que fez o trabalho para pagar uma dívida com uma amiga. "Ela precisava do dinheiro rápido porque estava doente. Eu nem gostei do emprego e o clube não pagou a quantia que havia me prometido. Eu acabei ganhando menos de 500 libras (cerca de R$1,8 mil) por semana. Mas era o único emprego que consegui encontrar", disse ao jornal.
De acordo com o jornal britânico, a Scotland Yard informou, neste sábado (2), que o caso está concluído e que Taíza não é mais considerada desaparecida.


01 junho 2007

53 anos após Marta Rocha, brasileira critica lobby japonês

Segunda colocada no Miss Universo, mineira lamenta falta de apoio e patrocínio

Valéria França


Sergio Castro/AE
Diante da beleza de Natália, brasileiros reclamam injustiça

SÃO PAULO - Quando Marta Rocha perdeu o título de Miss Universo por duas polegadas a mais nos quadris, em 1954, houve uma comoção nacional. Apesar de o concurso não ter mais o mesmo brilho de antes, este ano causou polêmica e uma enxurrada de depoimentos revoltados em comunidades de relacionamentos virtuais como as do Orkut.

Na segunda-feira, a mineira Natália Guimarães, de 22 anos, estava muito perto de ganhar o título de Miss Universo, uma faixa que há 39 anos ninguém traz para o Brasil. Ela estava entre as cinco favoritas do Auditório Nacional da Cidade do México. Mas quem levou o primeiro lugar foi a representante do Japão, Riyo Mori, de 20 anos.

Natália ficou com o segundo lugar. E os brasileiros reclamaram. “Injustiça” e “roubo” foram algumas das palavras usadas pelos internautas numa das comunidades da Miss Brasil, que tem 3.280 membros. Mesmo quem entende do assunto não gostou do resultado. “Ela era a mais bonita de todas. Tem uma elegância digna de miss”, diz Marta Rocha, que assistiu ao concurso e conhece Natália pessoalmente. “Ela deveria ter levado a faixa de Miss Universo. Seria uma questão de justiça.”

Estudante de arquitetura e ex-modelo, Natália voltou nesta quinta-feira, 31, ao Brasil. Depois de passar um mês no México, participando de jantares e festas, que faziam parte da programação do concurso, ela foi recebida como personalidade no Aeroporto de Cumbica, em São Paulo. Deu entrevistas durante todo o dia. Há 35 anos, uma brasileira não conseguia o segundo lugar.

Tudo bem que ser vice não é tão ruim assim. Mas o resultado foi mesmo injusto? “Não esperava perder para a Miss Japão. Estava apreensiva por causa da Miss Venezuela, que é linda”, diz Natália. “Acho que Riyo ganhou porque tinha o melhor lobby. Não era a mais preparada.” A Miss Japão teve patrocinadores de fôlego, que garantiram um guarda-roupa deslumbrante. Enquanto Riyo usava vestido Gucci e jóias Bulgari, Natália desfilava grifes brasileiras. Do estilista mineiro Alexandre Dutra, por exemplo, conseguiu dez vestidos de gala. “Só que um deles foi usado pela Miss Brasil no ano passado. Todo mundo notou”, lamenta.

A personalidade irreverente da candidata japonesa parece ter contado positivamente no julgamento dos jurados. “Ela não seguiu as orientações dos organizadores. Na passarela fez o contrário do pedido”, reclama Natália. “Até dançou na hora de desfilar de maiô.”

O segundo lugar não foi um mau negócio para a brasileira. Ela começou a trabalhar como modelo aos 15 anos. Até o ano passado, Natália não tinha alcançado o sucesso de uma top do gabarito de Isabeli Fontana. Por sorte, foi descoberta por um caçador de miss dentro de um elevador. “Ele disse que estava precisando de uma miss. Minha mãe achou ótimo. Eu também”, diz Natália, que colhe os primeiros frutos.

Ela foi convidada para ser a capa da revista Nova e levar a bandeira do Brasil na abertura dos Jogos Pan-Americanos, no Rio. Também foi sondada para ser garota propaganda da Victoria’s Secret, uma das mais famosas grifes de lingerie americana, que já teve em seus anúncios gente com Gisele Bündchen.

“No meu tempo, ser miss era um problema, quase um escândalo”, diz Bertini Motta, de 71 anos, que foi Miss Ceará, em 1968 e hoje é uma das organizadoras do Miss Brasil. “Minha mãe me levou para o padre da comunidade indignada com a minha idéia de participar do concurso.” Na época, Bertini ganhou algo relativo a R$ 5 mil por ter levado a faixa para a casa. “Mas o concurso perdeu o glamour e passou a ser procurado apenas por garotas do interior. As da capital queriam ser modelo”, diz Betini. “O perfil começa a mudar novamente. Uma prova disso é a nossa Natália.”

http://www.estadao.com.br

31 maio 2007

Vida de celebridade espera por miss no Brasil

Natália Guimarães já foi figurante em 'Os Maias' e 'Malhação'.
Agora, a 2ª colocada do Miss Universo terá a agenda de uma estrela.
Paulo Guilherme Do G1, em São Paulo

Foto: Reuters
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Natália Guimarães durante ensaios para o desfile final do Miss Universo (Foto: Reuters)

A mineira Natália Guimarães chega na manhã desta quinta-feira (31) ao Brasil. Assim que desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, proveniente do México, a morena de 22 anos vai poder sentir o efeito do sucesso obtido com sua participação no concurso Miss Universo 2007, no qual ficou em segundo lugar, ficando atrás apenas da japonesa Riyo Mori entre 77 candidatas.

Natália está com a agenda lotada. Já tem marcada uma série de entrevistas e participações em programas de tevê. Também terá sessões de fotos para ser capa de revistas femininas e daquelas que trata do mundo dos famosos. A moça de Juiz de Fora, criada em Belo Horizonte, agora é uma celebridade mundial.

Até a hora do embarque de volta ao Brasil, na tarde desta quarta-feira, o telefone do quarto onde Natália ficou hospedada não parou de tocar. "Ela

Foto: Reuters
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Natália no desfile em trajes de banho (Foto: Reuters)

deu já deu entrevistas para jornais do México, revistas e sites do Brasil, isso aqui está uma loucura, mas ela está adorando", contou a prima Roberta, que acompanhou a Miss em sua estadia no México.

Natália ainda estuda a melhor maneira de aproveitar a fama. "Tenho que curtir este momento maravilhoso pelo qual estou passando", afirmou Natália ao G1. "Sei que é uma fase curta, e vou aproveitá-la da melhor maneira possível."

Desfilar e posar para fotos é a paixão de Natália. Trabalhar como atriz? A Miss Brasil não descarta. Natália já tentou a carreira na televisão. Fez curso de teatro em Belo Horizonte e, aos 16 anos, foi chamada para fazer figuração na minissérie "Os Maias". Natália atuou no último capítulo.

A futura miss era uma das pessoas vestidas com

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Natália com traje de gala no Miss Universo (Foto: Reuters)

roupas de época que passavam ao fundo da cena em que Ana Paula Arósio e Fábio Assunção se desmanchavam em lágrimas na despedida dos amantes em uma estação de trem pouco depois de terem descobertos que eram irmãos, na trama de Eça de Queiroz. A cena é escura e cheia de efeitos de fumaça. Descobrir qual das figurantes é a Natália é impossível.

A modelo também teve uma rápida participação em "Malhação". "Ela fez uma cena em que as meninas jogavam futebol. A Natália até marcou um gol!", conta a mãe, Eliane Moreira. Os tempos de figuração já eram. Natália se prepara para ser protagonista. É o que garante a mãe. "Ela agora é uma rainha. Sem a coroa."

http://g1.globo.com

Café expresso

Por Norma Borges

Miss USA, Rachel Smith, sufrió una caída cuando desfilaba con su traje de gala durante el certamen de Miss Universe.

Auch, auch, auch... Cómo dolió la caída de la Miss USA, Rachel Smith, el lunes en la noche, justo cuando emprendía la ruta final sobre la pasarela más importante - ¿y más aceitada?- de la historia del Miss Universe.
¡Ay Dios! Diiiiito. Lo cierto es que ese resbalón nos vino a salvar una noche que prometía sosera con la eliminación de la boricua de la cartelera final. Acá sonó. Cayó como guanábana, sólida y perfumada. Sin que suene cruel, valió la pena el espectáculo.
En fin, que esa noche gritamos al unísono en la sala de mi casa. La algarabía alertó al vecindario: “Elba... que se cayó Miss USA”. Y los comentarios no se hicieron esperar. “Eso va a estar en YouTube ya mismo”, dijo Diego. “Bueno, lo que importa es cómo se levantó, como un resorte, ¡qué elegancia!”, comentó María, quien no hacía un minuto me preguntaba si en la historia de este certamen se había caído alguna chica. “Hija, nunca que recuerde. Pero el día que pase me muero”, contesté confiada.
Y cataplún, cayó la Miss.
“Eso es una premonición”, dijo Agatha, la bruja del grupo. Y tal vez tenga razón, por aquello del muro que se está levantando en la frontera, separando pueblos vecinos.
“Para mí que le pusieron algo a los zapatos. Es la venganza de Moctezuma”. “Qué va, si hubo otras dos que también resbalaron. Nada personal, no puede ser”.
Premonición o no, lo cierto es que la chica se ganó con creces su elección como cuarta finalista. ¡Es la primera que se desploma en lo que va de siglo! Bueno, tendríamos que investigar, pero que recuerde, la que no fallaba resbalando en estos certámenes locales era nuestra querida Anna Santisteban. Hacía malabares, forcejeaba con el equilibrio, se agarraba de lo que encontraba, siempre conservando el caché. Nunca la vimos en el piso... al menos por televisión.
Pero ésta no. La Rachel no pudo controlar las tacas, pisó la cola de su traje negro -bellísimo, por cierto- y se configuró la pesadilla.
La maldad de todo es que la pobre no pudo hacer otra cosa que seguir adelante. Dice que la adrenalina hizo su trabajo, la levantó en un pestañeo y aquí no pasó nada, dijo. Siguió, hermosa y sonriente, como toda una reina. La estaban observando sólo unos cuantos millones de telespectadores que, seguramente, aguantaron -como yo- la respiración hasta ver cómo salía del aprieto.
A mí me recogen en mapo, me arrastro hasta llegar al borde del escenario y por ahí sigo hasta el aeropuerto del DF con todo y traje de gala. Porque la verdad es que eso de caerse en semejante situación no es como irse de boca en el Paseo De Diego, o en el vestíbulo del Centro de Bellas Artes.
Me pasó en una ocasión, y lo primero que vi fue cómo mis colegas me abandonaron sonriendo. Nada serio. Giré el cuello como periscopio y creo que nadie me vio. Me levanté, me sacudí y seguí cojeando. Sin presiones.
Pero Rachel se cayó en grande. Justo en el campo de batalla -donde las bellas se baten a muerte- y salió airosa ganándose la admiración del público.
Lo menos que se merecía la chica era llegar a donde llegó. Claro que sí.
A fin de cuentas, nadie va a recordar a la ganadora Riyo Mori, la japonesa... Sino a la valiente Raquelita que literalmente se “escocotó” y se levantó con la gracia de una gacela. Eso se los aseguro.
nborges@elnuevodia.com

Ly Jonaitis: Nadie esperaba que la japonesa fuera la Miss Universo

Erlyn Avendaño Struve

Alcanzar la corona del Miss Universo era el sueño de 77 mujeres de todo el mundo y la venezolana Ly Jonaitis no era la excepción. Sin embargo, haber alcanzado la banda de segunda finalista es más que un logro para la soberana, quien a pesar de dar buenas señales desde el principio y tener todos los atributos, no pudo romper el maleficio que hace más de diez años impide alcanzar la corona universal.

Ayer la reina de belleza se comunicó vía telefónica con la Organización Miss Venezuela para comentar las impresiones del concurso. ''Sentí merecida esta figuración y lo primero que pensé fue: Si Dios me puso aquí, hasta aquí tenía que llegar. Cuando escuché mi nombre estaba en una nube blanca, incluso hasta me equivoqué, di un paso adelante, cuando no lo tenía que dar. Estoy muy contenta por mis otras compañeras, la verdad es que todas se lo merecían'', decía el comunicado de prensa.

La venezolana aseguró que nadie se imaginó que la japonesa Riyo Mori sería la ganadora. ''Jamás nadie aquí se lo esperaba, creo que ni ella misma. Yo siempre vi como triunfadora a Natalia Zabala, Miss España, aunque pudo haber sido Brasil o Estados Unidos; había varias que la prensa consideraba favoritas, entre ellas me incluyo''.

Para la joven de 21 años lo más importante del certamen fue el intercambio cultural. ''El hecho de conocer y aprender de la cultura de otros países te enriquece como persona, te impulsa a crecer. Poder comunicarme con todas las latinas fue muy rico y me di cuenta de lo importante del español''.

Excelente desempeño

Jonaitis, quien llega hoy al país acompañada de su novio Leonardo Villalobos y sus familiares, tuvo un excelente desempeño en la competencia. Su seguridad e inteligencia quedaron demostradas. Fue la primera en ser nombrada entre las primeras 15 finalistas y su nombre fue el quinto en escucharse en la selección de las diez, después de Brasil, India, Japón y Angola. En su desfile en traje de baño resultó sexta en puntaje por debajo de Japón y su desfile en traje de gala, diseñado por Ángel Sánchez, mereció el segundo lugar en la votación del jurado; el primero fue de Brasil con 9,5.

A la pregunta formulada por Dave Navarro, ex guitarrista de Red Hot Chili Peppers, sobre si prefería un hombre espontáneo y salvaje o uno seguro, la venezolana respondió con una respuesta simple pero concisa, que le valió el aplauso del público mayormente mexicano. ''Lo mejor es sentirse segura con alguien que te complemente. Creo que en cada relación debe haber un poco de todo para poder mantener la llama de la pasión''.

Tras su destacada participación en el certamen, la esbelta joven continuará sus estudios de Diseño de Modas y de Arte Dramático, aguardando una opción que le permita incursionar en la animación o la actuación. ''Esta experiencia te abre muchísimas puertas y te das a conocer ante mucha gente. Si me llaman y me hacen una propuesta formal para animación, yo encantada de la vida''.

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www.laverdad.com/

30 maio 2007

La disputa por las MI$$E$

Empresarios y gobernadores que buscaron atraer el negocio que rodea a la Miss Universo, y no lo lograron, buscan ahora ser parte de la repartición del pastel estimado en 20 millones de dólares, el cual quiere en su totalidad Donald Trump. El dinero es todo en este certamen que ha vivido complicaciones, cambios de sede y enredos entre los organizadores.



Cancún. Este lunes por la noche, trasmitida en vivo a todo el mundo la grand finale de Miss Universo 2007, encenderá todos los reflectores posibles para cubrir su mitad oscura, la enconada disputa entre los organizadores mexicanos y el magnate estadunidense Donald Trump por las jugosas ganancias, cerca de 20 millones de dólares que, por encima de conceptos de belleza, cultura, educación e imagen del país sede y las 77 participantes son peleados centavo a centavo, finalmente, el gran objetivo del concurso.

Esta semana, víspera del arribo de Trump y la gran gala en el Auditorio Nacional, la guerra entre Pedro Rodríguez, representante del grupo mexicano y Paula M. Shugart, presidenta de la firma propietaria de Miss Universo Internacional, era abierta, según el comité organizador, por el interés de Shugart en exigir el pago de las presentaciones al margen de acuerdos del grupo mexicano, con patrocinadores nacionales.

Los primeros damnificados de ese conflicto son una docena de empresas que pagaron sumas que van de 20 mil a 200 mil dólares, por la presencia de las Misses y su indiscutible efecto publicitario en sus negocios y no fueron incluidos en los itinerarios, por la sobreventa, tanto de los mexicanos, como de la señora Shugart. Otro es Fernando Sáenz de Miera, director de producción de “MU” que no ha recibido un centavo para pagar un staff de 40 personas, camarógrafos, técnicos y personal de locaciones para las grabaciones de NBC, que transmitirá el acto.

La franquicia para traer por cuarta vez el concurso a México, fue adquirida en ocho millones de dólares por la empresa “MU” (Miss Universo), integrada por Pedro Rodríguez, Andrés Holzer, Carlos Quiñones, Carlos Alazraki, Gerardo Sierra, Eric Raider y Rodolfo Rosas. Miss Universo International es propiedad, en partes iguales, de Donald Trump —quien lo compró en 1996 para sacarlo de la bancarrota económica— la cadena televisiva National Broadcast Corporation (NBC) y General Electric. La presidenta ejecutiva es Paula M. Shugart. También manejan Miss Teen Internacional —Señorita Adolescente— y Miss USA.

México fue sede de Miss Universo por primera vez en 1978, en Acapulco, bajo los auspicios de Televisa, la segunda en 1989, en Cancún y la tercera en 1993, en la Ciudad de México, bajo el patrocinio del gobierno de Carlos Salinas de Gortari. La cuarta celebración en México, edición 56 de su historia, no parece tan afortunada, más que nada por la disputa económica, cada protagonista está dispuesto a pelear la tajada más grande de las ganancias por pago de derechos en presentaciones, patrocinios y participaciones de las angelicales criaturas, en la sede central, la Ciudad de México y las subsedes de Chiapas y Quintana Roo.

Por lo pronto el fin de semana, las Misses protagonizaron un soterrado motín, de protesta por las extenuantes jornadas, de seis de la mañana a 11 de la noche a que fueron sometidas. Al cabo de secretas discusiones, Lupita Jones tuvo que resolverlo, proponiendo que los ensayos de la semana, fueran con Misses de utilería, dobles de las concursantes, en los ensayos de la gran noche del lunes 28.

Otro dolor de cabeza para Lupita Jones Garay, Señorita México 1991 y presidenta del concurso en México, fue causado por Rebeca de Alba, ex Señorita Zacatecas, quién se retiró al enterarse de que sólo participaría en un panel. Ella esperaba ser parte del jurado calificador, “pero aquí sí ni modo”, dijo Jones Garay. De Alba lamentó públicamente que no la consideraran como jurado. “Lástima, México no estará en el jurado…”

La APPO ahuyentó a las Misses

El principal responsable de la logística y seguridad del concurso, coronel Humberto Barrera Ponce, cuya autoridad en materia de cuestiones de seguridad es reconocida internacionalmente, habló a MILENIO Semanal de los tour-de-force que sostuvo con tirios y troyanos para mantener condiciones de seguridad necesarias, para las concursantes así como salones, presentaciones, hoteles y rutas; sobre todo para cuidar la imagen de México como anfitrión.

El primero fue con el gobernador de Oaxaca, Ulises Ruiz, quien pagó dos millones de dólares para que ese estado fuera subsede. “Imposible. No hay condiciones”, dictaminó el coronel Barrera ante los organizadores, incómodos pues debían de devolver el dinero ya ingresado. “El conflicto de la Asamblea Popular de los Pueblos de Oaxaca (APPO) y los maestros estaba latente. Hicimos evaluaciones de seguridad acuciosas. Detectamos elementos peligrosos, la amenaza de un eventual sabotaje de los apistas, dispuestos a ganar publicidad a toda costa. No podía asumir la responsabilidad en esas condiciones. Así se los dije”. Tuvieron que regresar los dos millones de dólares al gobernador oaxaqueño.

Los patrocinadores oficiales internacionales son: Modas Tadashi, boutique de zapatos Nina, de Nueva York; estéticas Farouk, Modas YMI Jeans, de Hollywood; trajes de baño “bsc internacional”, Mikimoto joyería internacional, The New York Film Academy, Mexicana de Aviación; la famosa cristalería de arte lituana Rogaska, creadora de la estatuilla emblemática del certamen y la relojería Ritmomundo que produce relojes-joya de colección. Sostienen la institución, pero los concursos se cobran aparte.

Por iniciativa de Pedro Rodríguez, un grupo de empresarios mexicanos inició negociaciones con Trump hace dos años para traer el concurso. Pagaron 6.5 millones de dólares, como cuota inicial, por la concesión y aceptaron que fuera supervisado por la organización propietaria, representada por Paula M. Shugart.El coronel Barrera Ponce, ex miembro del Estado Mayor Presidencial y de la Secretaría de la Defensa recuerda:

“No fue fácil para Pedro Rodríguez ni Eric Rider, los promotores más activos. Conseguida la licencia para Miss Universo vinieron complicadas negociaciones para venderlo de manera rentable. Es un negocio.

“Al principio, el imán publicitario de alto impacto que representa la presencia de las estrellas de la belleza femenina, todos dijeron que sí, cuando las fechas se cumplían, las complicaciones aumentaban y el dinero no llegaba”.

Rodríguez y Rider viajaban de un estado a otro en busca de patrocinadores, convenciendo a gobernadores. Fueron tiempos difíciles, Paula Shugart amenazaba cambiar la sede del concurso y llevarlo a Estados Unidos, como permite el contrato, lo que hubiera sido una catastrófico para México, en materia de imagen. El primer gran paso lo dieron cuando la sede fue establecida en la Ciudad de México, con el apoyo del jefe de Gobierno, Marcelo Ebrard Casaubon, quien pagó cuatro millones de dólares iniciales y apoyos adicionales, por casi dos millones más. Otros gobiernos pidieron ser subsedes al enterarse que Oaxaca había sido descartada por falta de seguridad. “Los valoramos cuidadosamente: Querétaro, San Luis Potosí, Guanajuato; no quiero mencionar nombres para no herir susceptibilidades”, dice Barrera Ponce.

Finalmente, los gobernadores de Quintana Roo, Félix González Canto, y de Chiapas, Juan Sabines Guerrero, entregaron cuatro millones de dólares, dos cada uno, para que sus estados fueran subsedes.

Rosario de complicaciones y caprichos

Las complicaciones surgieron desde que comenzó la organización. En el Distrito Federal Ebrard nombró representante a su directora de Turismo, Alejandra Barrales.

“La señora quería imponer condiciones difíciles que tuvimos que descartar. Quería que las Misses visitaran todas las delegaciones, para que los titulares expusieran sus programas de gobierno.

“Me opuse rotundamente. Se trata de un certamen cultural, artístico, social, pero de ninguna manera político. Me van a disculpar, pero no puedo aceptar esos itinerarios que resultan complicados logísticamente y aventurados en materia de seguridad. El comité estuvo de acuerdo”. Pero Barrales, que fue azafata de Aeroméxico y tiene afecto a esa empresa, se empeñó en que hicieran una visita al aeropuerto, ¡a Aeroméxico! También nos opusimos, Mexicana de Aviación es la aerolínea oficial del evento.

Barrales insistió. Que el hotel anfitrión sea el Sheraton-Centro Histórico. “Tampoco pudimos complacerla, Hoteles Camino Real es también patrocinador oficial…” La señora Shugart, presidenta de Miss Universo, tampoco dejó de poner sus granitos de arena, amenazaba uno día si y otro también cancelar el certamen en México y llevarlo a Estados Unidos.

Lo hizo cuando supo que no habría sesiones fotográficas en los parques arqueológicos de Palenque, Chiapas, ni Tulum, Quintana Roo, como propuso.

OCESA, tras el botín

Superadas las adversidades surgidas en el camino, cuando todo entraba en la fase final, se propuso como escenario el Auditorio Nacional. Saltó a la escena el empresario Alejandro Soberón Kuri, beneficiario de la concesión del Auditorio Nacional y también de Ticketmaster, Foro Sol, Palacio de los Deportes, Teatro Metropólitan, Estadio Azul, para reclamar su rebanada.

Los organizadores tuvieron que conceder todas las prebendas exigidas para asegurar el Auditorio, que Soberón considera feudo personal, como escenario del evento y que su empresa, Ticketmaster, vendiera los boletos para las tres sesiones finales el 28, 29 y 30 de mayo, con precios de cien a 800 pesos, en las diez mil butacas del recinto.

Miss Universo, motor del turismo, Barrales

Pese a que no le cumplieron sus caprichos, Alejandra Barrales reconoce las bondades del concurso. Justifica el pago de 3.5 millones de dólares, aportado por el gobierno capitalino y asegura que “la mayor parte se cubre con patrocinios. Tan sólo la próxima semana se espera una derrama de 35 millones de dólares, en ventas de hoteles y restaurantes”. Como otros países que fueron sede del concurso, también en México habrá más turismo extranjero, y derrama económica adicional. Tailandia recaudó 120 millones de dólares, en 2006.

Acerca del Distrito Federal, dijo que “de los tres minutos de publicidad en sitios turísticos como Xochimilco y Garibaldi, proyectados mundialmente en la transmisión televisiva de la final por NBC el 28 de mayo, sólo eso vale haber traído el concurso a la capital”. Esta semana todo será agitación y nervios en el Auditorio, la gran ceremonia este lunes se iniciará a las 21 horas y se prologará 60 minutos.

Por la “alfombra roja” —como define la cursilería de la prensa rosa— desfilarán 77 reinas de la belleza de igual número de países, en pos de la tiara de Miss Universo, que la hará oficialmente, la “mujer más bella del mundo”.

Desde su llegada a finales de abril, las pobres niñas, cuyas edades van de 18 a 27 años, fueron sometidas a jornadas agotadoras, desde paseos por la Ciudad de México, subastas benéficas, cenas de gala con empresarios, políticos y patrocinadores, hoy todas aseguran estar extenuadas.

El sábado comenzaron los desfiles para la selección oficial. Primero trajes de baño, luego, trajes típicos, en el que la mexicana, Rosa María Ojeda, llamada La Reina Cristera, tuvo que cambiar por un debate nacional: su traje original lucía imágenes de mujeres rezando, campesinos colgados de postes o fusilados, rosarios y cananas con balas de carabina 30-30.

El miércoles tuvieron entrevistas personales con el jurado preliminar, integrado por Fred Howard, modelo estadunidense; Adel Chabbi, estilista francés; Dimitris Margetas, empresario belga; Justin Pasek, panameña Miss Universo 2002; Leigh Rossini, publicista; y la diseñadora neoyorquina, Thuy Tran.

La presencia de 77 concursantes, el menor número desde 2003, entre ellas la Miss de Iraq que participará por primera vez, generará una afluencia que los organizadores estiman en unos 12 mil turistas y mil 800 periodistas del mundo.

Otras bondades y aristas del certamen se conocerán después. Este lunes todo lucirá deslumbrante, para los millones de televidentes a los que se podrá llegar en un total de 150 países. Luego, el lado oscuro saldrá a la luz. Como siempre.

Demanda por 4 millones a mexicanos

El jueves 24 de mayo tronó la castaña. Paula M. Shugart, encendida de cólera, anunció que la firma propietaria del Certamen Miss Universo Internacional presentará una demanda por cuatro millones de dólares, contra los organizadores del evento Miss Universo México 2007 —la firma “MU” que representan oficialmente Pedro Rodríguez y Eric Rider— “por compromisos no cumplidos”.

La noche del miércoles, después de la visita a la primera dama, Margarita Zavala de Calderón, la cruenta, pero encubierta batalla entre ambos intereses, estalló durante un encuentro en una suite del hotel Camino Real.

El abogado Carlos Astudillo, representante de Miss Universo y de Donald Trump, presentará oficialmente la demanda judicial, informó la oficina de Shugart.

La gota que derramó el vaso fue un reclamo de los mexicanos por haber sido marginados de la visita a la residencia presidencial de Los Pinos, por la estadunidense Shugart. Al cabo de 45 minutos de airadas reclamaciones de ambos bandos, Paula Shugart corrió literalmente a los mexicanos.

La señora Shugart, dio órdenes terminantes para que dos mil boletos que los organizadores habían pedido en el Auditorio Nacional, para los invitados oficiales —entre ellos los gobernadores de Chiapas, Juan Sabines; Quintana Roo, Félix González; el jefe de Gobierno del Distrito Federal, Marcelo Ebrard— y los representantes, delegados e invitados de los países concursantes, no fueran entregados a los organizadores mexicanos.

Éstos, desesperados la noche del jueves, trataban de concertar entrevistas con el presidente Felipe Calderón y el secretario de Turismo, Rodolfo Elizondo. También analizaban la posibilidad de cancelar el evento “por la ambición inaudita de los intereses que representa la señora Shugart”, explicaron.

Fernando Meraz M./ corresponsal/ Foto: AP
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"Miss Universo no es denigrante" : Riyo Mori

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MAYO 29, 2007 (VANGUARDIA).- A sólo horas de haber sido coronada Miss Universo, la japonesa Riyo Mori ya tiene vida de reina: está rodeada por un batallón de asistentes que le ayudan con lo que debe decir, con su cabello, su ropa, su maquillaje y hasta le amarran los zapatos.

A un costado de la habitación donde la preparaban para los medios, había una mesa repleta de alimentos digna de un festín real.

Mori con gran aplomo, un porte envidiable y nuevamente luciendo un diseño de la marca Gucci, dijo estar preparada mental y físicamente para el calendario apretado que le espera durante todo un año, que incluye viajes alrededor del mundo, reuniones con dignatarios y ser portavoz de campañas para recaudar fondos para combatir el VIH/sida.

“Soy una persona realmente paciente y creo que esa es mi mejor arma, así que me siento confiada de poder sobrellevar la presión que conlleva el título”, dijo en entrevista en una habitación del hotel que patrocinó la competencia.

La bailarina de 20 años afirmó que por estar acostumbrada desde muy niña a subirse a los escenarios, sintió una ventaja sobre otras competidoras.

“Me encanta actuar sobre los escenarios, así que anoche ni siquiera me sentía que se trataba de una competencia”, que fue vista por mil millones de personas alrededor del mundo, según expresó en un inglés muy pausado.

Donald Trump, dueño del concurso, la describió como una “campeona, una gran mujer”.

La representante de Brasil Natalia Guimaraes ocupó el segundo lugar, mientras la venezolana Ly Joainits el tercero.


‘TU FIGURA REFLEJA FELICIDAD’

La japonesa aseguró no sentirse incómoda con la estructura del concurso en que las participantes primero modelan en traje de baño y traje de gala, antes de que el jurado tenga la oportunidad de entrevistarlas, lo que según algunos críticos es degradante para las mujeres.

“Enseñar el cuerpo en la competencia de traje de baño es sólo para ver cuánto nos ejercitamos, si eres una persona activa... si estás feliz y te ejercitas eso se va a reflejarse en tu figura”.

El año pasado la ganadora, Zuleyka Rivera, se desmayó después de ser coronada. En una entrevista, la ex soberana reconoció luego que se había “extralimitado” con las dietas de cara a la noche final.

Mori señaló que no tenía una opinión de si el concurso impone un estándar de belleza alejado de la realidad, al escoger siempre las chicas más altas y más delgadas.

Sobre sus compañeras dijo que nunca vio problemas de desórdenes alimenticios y que para tener un cuerpo saludable “sólo tienes que comer saludable y comer bien” y que esa es la regla que sigue.

En 10 años dijo que se ve a sí misma celebrando su cumpleaños rodeada de sus estudiantes de danza y que está segura de que su vida continuará ligada a esa disciplina, que es su “pasión”.

Reconoció que el lunes en la noche temió perder la corona valorada en unos 250 mil dólares y que pudo reaccionar rápido cuando se le cayó de la cabeza segundos después de ser declarada ganadora porque estaba consciente de que no estaba ajustada.

Su abuela, quien le había pedido hacía años que lograra convertirse en Miss Japón, así como su mamá y más de 25 estudiantes de danza llegaron al Auditorio Nacional para apoyarla y eso le dio fuerza.

Su estilo, que llamó la atención desde el principio por incluir lo último de las colecciones de famosos diseñadores, se logró gracias a una inversión de 1.3 millones de dólares, reveló su entrenadora Inés Ligron.

Además de las responsabilidades como portavoz para combatir el sida, Mori se llevará una gran cantidad de premios incluyendo la tiara de perlas y diamantes que le entregaron en la víspera, una beca de dos años de la Academia de Cine de Nueva York, ropa de noche, trajes de baño, jeans y zapatos a la medida de varias marcas, suplementos para el cabello y la piel por un año y un portafolios del famoso fotógrafo Fadil Berisha, un entrenamiento intensivo en relaciones públicas, entre otros.

Sus primeros viajes serán a Canadá e Indonesia, para luego hacer un regreso triunfal a su país natal, se informó.

Esta es la segunda vez que Japón gana la corona de la belleza mundial y la primera en 48 años desde la victoria de Akiko Kojima en 1959. El año pasado, la candidata japonesa estuvo a punto de alcanzar el premio, pero perdió por un estrecho margen.



EN HONORA RIYO:

* 25 estudiantes de danza de Japón, así como su madre y su abuela, acompañaron a Riyo a la final en el Auditorio Nacional.

* 1.3 mdd fueron necesarios para lograr la preparación y el estilo de la japonesa, basándose en colecciones de famosos diseñadores.

* 250 mil dólares vale la corona que Mori estuvo a punto de dejar caer cuando intentaban coronarla como Miss Universo.

* 2 veces ha sido ganadora una japonesa de este tipo de certámenes. La primera fue Akiko Kojima en 1959. El año pasado, la candidata japonesa estuvo a punto de alcanzar el premio, pero perdió por un estrecho margen.
vanguardia.com.mx

Lupita Jones: No quiero caer en ‘ay, nos robaron’

Claudia Ramírez
El Universal
Miércoles 30 de mayo de 2007

“Quiero pensar que la misma condición (de transparencia y honestidad) que yo viví al estar en Miss Universo, continúa ahora. Quiero pensarlo así porque de otra manera, no continuaría participando en el concurso. Yo jamás vi dentro de él o cerca de mí alguna situación que me pareciera ilegal o deshonesta”, nos dijo Lupita Jones, en entrevista exclusiva.

Ella recibió la corona de reina mundial de la belleza en 1991, y ahora es directora del certamen Nuestra Belleza (donde se elige a la mexicana que nos representará en la justa de Miss Universo).

Notablemente afectada por la decisión de los jueces, quienes no consideraron a Rosa María Ojeda, nuestra candidata, entre las finalistas, Lupita agregó, vía telefónica: “Anoche (el lunes) me di de topes no sé cuántas veces. Lloré y me dije, ‘y ahora a quién le rezo, ya le di la vuelta a todos los santos’. Por fortuna, Rosy jamás perdió la sonrisa sobre el escenario. La proyección que dio de nuestro país fue superpositiva. Nos vamos con eso, con un trabajo bien hecho, pero también luego, con la frustración de no haber podido alcanzar la meta. Seguiremos echándole ganas para el que sigue. Espero que las chicas mexicanas confíen en el trabajo que se hace en Nuestra Belleza, porque pronto debemos tener una nueva Miss Univero”.

Sobre el estado en que se encuentra Rosa María relató: “Ayer (el lunes) hablamos por la noche, las dos estábamos muy tristes, lloramos mucho. Traté de darle fuerza, pero yo me sentía igual. Es una niña encantadora. Hoy (martes) que volví a hablar con ella, la noté más tranquila y más fuerte. Estoy muy contenta y orgullosa de ella”, señaló.

¿Qué buscan los jueces de Miss Universo? le preguntamos: “Eso es lo que quisiera saber. Estoy muy sensible. Estoy muy afectada emocionalmente porque yo tenía confianza en el desenvolvimiento de Rosy. Me siento desconcertada y triste.

“Soy respetuosa de las decisiones del jurado y no me gusta caer en los jueguitos de ‘ay, nos robaron’, ‘fue por políticas o por esto otro’; trato de reconocer si nuestra chica falló en algo o cometió algún error. En este caso, me cuesta mucho trabajo porque hasta donde la dejaron llegar, no cometió ninguno. La vi perfecta en todo, concentrada, en actitud, arreglo y hasta en el color de su vestido,”.

¿Qué le faltó para ganar? “No, nos faltó nada. Aquí fue la decisión del jurado, siempre lo es. En otras ocasiones puedo reconocer que hubo alguna falla de nuestra representante, pero no esta vez. Ella fue evolucionado y fue ganando terreno conforme fueron avanzando los días.

“Siento que en el Auditorio de pronto se vivió la situación muy tensa con la chica de Estados Unidos y no sé si eso afectó en el ánimo de los jueces y la decisión fue tomada de esa manera. No sé. Nunca he querido echarle la culpa a situaciones externas”, declaró Miss Universo 1991.

¿Los jueces han sido justos?, se le inquirió: “Siempre he procurado no hacer declaraciones que demeriten el trabajo de los jueces, ni el trabajo de las demás participantes; jamás haría una declaración al respecto. Ojalá que en próximos años la situación y todo lo que rodea a nuestras representantes sea positivo”.

Sobre el triunfo de la representante de Japón comentó: “Dentro de mis favoritas siempre había manejado yo a México, Brasil y Japón. Aunque no estoy muy contenta de que nuestro país no haya llegado muy lejos, ya había contemplado que Japón era una contrincante fuerte. En pasarela, ella mostraba una actitud atractiva, segura y finalmente, los jueces le dieron el triunfo y ni hablar”.

Respecto a la preparación de la próxima representante de nuestro país, que será elegida en Colima el próximo 6 de octubre comentó: “El trabajo que hicimos con Rosy fue impecable y eso me deja muy tranquila; nuca la dejamos sola. Estuvimos ayudándola a sentirse segura. Recargaremos baterías y seguiremos adelante, esperando que nuestra próxima representante tenga su misma actitud y que esté dispuesta a aprender”.

eluniversal.com.mx

Riyo Mori, Miss Universe 2007

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AP - Tue May 29, 4:06 PM ET
Riyo Mori, Miss Universe 2007, poses for photographers in Mexico City, Tuesday, May 29, 2007, after winning the beauty contest Monday. (AP Photo/Eduardo Verdugo)

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AP - Tue May 29, 1:55 PM ET
Riyo Mori, Miss Universe 2007, of Japan, gestures during an interview in Mexico City, Tuesday, May 29, 2007. (AP Photo/Eduardo Verdugo)
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Riyo Mori, Miss Universe 2007, gestures during an interview in Mexico City, Tuesday, May 29, 2007. Mori, won the Miss Universe 2007 beauty pageant in Mexico City, Monday, May 28, 2007. (AP Photo/Eduardo Verdugo)

29 maio 2007

Miss Universo 2007

Japonesa é Miss Universo 2007, brasileira fica em 2º lugar

Publicada em 29/05/2007 às 01h55m

EFE

CIDADE DO MÉXICO - A coroa de Miss Universo 2007 foi para a japonesa Riyo Mori, de 20 anos. A brasileira Natália Guimarães, de 22 anos, ficou a um passo de ser eleita, terminando em segundo lugar no concurso realizado na segunda-feira no Auditório Nacional da Cidade do México. A terceira colocada foi a venezuelana Ly Jonaitis, em quarto ficou a sul-coreana Honey Lee e em quinto a americana Rachel Smith.

A japonesa Riyo Mori acena para o público após ser coroada como Miss Universo/Reuters

Mori, sucessora da porto-riquenha Zuleyka Rivera, é a segunda japonesa a vencer o concurso de Miss Universo. A primeira foi Akiko Kojima, em 1959. Ela declarou à imprensa, após ser escolhida, que o mês que passou no México, na fase final da competição, valeu por 10 anos de sua vida. A japonesa agradeceu muito a seus pais e a todos que apoiaram sua caminhada. Ela disse ter conhecido a "beleza interior" de suas 76 adversárias durante os quase 30 dias que passaram juntas no México.

- Se você tem beleza interior, ela se espelhará na sua beleza exterior - disse a candidata, visivelmente emocionada. Sobre sua cabeça brilhava a coroa de pérolas e diamantes, avaliada em US$ 250 mil.

Durante seu ano de reinado, um de seus objetivos será melhorar a si mesma. Também afirmou que se emociona pelo que a coroa pode fazer para ajudar as pessoas. A anterior ganhadora, Zuleyka Rivera, apoiou principalmente a causa dos doentes de Aids.

A mineira Natália Rodrigues ficou em segundo lugar no Miss Universo/Reuters

O magnata americano Donald Trump, dono da franquia de Miss Universo, compareceu à entrevista junto à Miss Universo.

- No Japão todos estão ficando loucos - disse o empresário. Ele comemorou a audiência da transmissão, que superou 1 bilhão de pessoas.

Trump revelou também que as autoridades japonesas ofereceram o país como sede do concurso do próximo ano. As negociações para 2008 incluem China e Rússia.

A Miss Estados Unidos, Rachel Smith, passou por momentos delicados durante a noite. Ela caiu durante o desfile de trajes de gala, e depois foi vaiada pelo público antes de responder à pergunta do júri. Ela já havia sofrido a rejeição no domingo, dia 20, durante um desfile de trajes típicos, em pleno centro da capital mexicana. Donald Trump afirmou que as vaias não eram um problema pessoal de Smith, e sim uma resposta às políticas dos Estados Unidos.

A miss Estados Unidos, Rachel Smith, caiu no desfile de trajes de gala/Reuters

A Miss Fotogenia foi a filipina Anna Theresa Licaros, de 22 anos. O prêmio de Miss Simpatia foi para a representante chinesa, Ningning Zhang, de 20 anos. As duas receberão um prêmio de US$ 1 mil e um troféu.

Na etapa das cinco finalistas, as participantes responderam uma pergunta dos membros do júri. Riyo Mori teve que dizer qual a experiência mais marcante da sua infância. Ela respondeu que foi o balé, em que aprendeu a ser paciente, feliz e positiva.


Brasileira fica em segundo lugar no Miss Universo 2007
Há 26 anos uma candidata brasileira não conseguia ficar entre as cinco finalistas.
O concurso foi vencido pela japonesa Riyo Mori, de 20 anos.

A brasileira Natália Guimarães, de 22 anos, ficou em segundo lugar no concurso de Miss Universo 2007, que foi vencido pela japonesa Riyo Mori, de 20 anos. A cerimônia aconteceu no Auditório Nacional da Cidade do México, nesta segunda-feira (28).

Foto: Reuters
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Natália Guimarães ao lado da Miss Japão no momento em que anunciaram o resultado (Reuters)

Foto: Reuters

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Miss Japão herdou o título de mais bela e a cora de brilhantes avaliada em US$ 250 mil (Reuters)

Há 26 anos uma candidata brasileira não conseguia ficar entre as cinco finalistas. A última a realizar o feito foi a Miss Brasil Adriana Alves de Oliveira, que ficou em quarto lugar no Miss Universo de 1981. As únicas brasileiras eleitas Miss Universo foram Ieda Maria Vargas, em 1963, e Martha Vasconcellos, em 1968.

Natália estuda arquitetura, tem 1,75 m de altura, iniciou carreira de modelo aos 15 anos. Já representou o país em dois outros concursos internacionais: nas passarelas de Bahamas e da China, onde ganhou o concurso Top Model Of the World. Sua experiência em concursos de beleza foi decisiva na sua eleição como Miss Brasil, em abril.

A venezuelana Ly Jonaitis, apontada como a grande favorita, ficou em terceiro lugar. Na quarta posição veio a sul-coreana Honey Lee e, em quinto, a americana Rachel Smith. A Miss Fotogenia foi a filipina Anna Theresa Licaros, de 22 anos. O prêmio de Miss Simpatia foi para a representante chinesa, Ningning Zhang, de 20 anos. As duas receberão um prêmio de US$ 1 mil e um troféu.

Prêmio

Além do título da mulher mais bela, a Miss Japão herdou da porto-riquenha Zuleyka Rivera Mendoza, ganhadora em 2006, uma coroa de brilhantes avaliada em US$ 250 mil feita pelo designer japonês Mikimoto.

Ela levou também: um contrato anual como Miss Universo; guarda-roupas completo, com maquiagens e produtos de beleza; um apartamento alugado por um ano em Nova York com todas as despesas incluídas; uma tiara com pérolas no valor de U$ 20 mil; uma bolsa de estudos de dois anos no valor de US$ 100 mil na The NY Film Academy, em Nova York; um relógio cravejado de diamantes de US$ 30 mil; acessos a viagens internacionais e presença em eventos; cursos de relações pública e de como lidar com a imprensa.

G1

Japón logra su segundo título de Miss Universo en la historia

Japón logra su segundo título de Miss Universo en la historia
La japonesa Riyo Mori, una aficionada a la danza de 20 años, consiguió hoy para Japón su segundo título de Miss Universo en la historia, en la gala que se realizó en la noche en el Auditorio Nacional de la capital mexicana.
Mori superó en la final a las concursantes de Brasil, Venezuela, Corea y Estados Unidos, y se quedó con la corona de 800 diamantes y 120 perlas que portaba hasta ahora la puertorriqueña Zuleyka Rivera.
La única japonesa que había logrado el título fue Akiko Kojima en 1959, en la octava edición del concurso de belleza.
La representante de Brasil, Natália Guimaraes, una de las grandes favoritas, quedó segunda, mientras que la venezolana Ly Jonaitis finalizó tercera.
Otras dos latinoamericanas, Miss Nicaragua, Xiomara Blandino, y Miss México, Rosa María Ojeda, se clasificaron entre las últimas diez, de un total de 77 concursantes, pero no accedieron a la ronda decisiva. Pese al glamour, no todo fue sonrisas y emoción en el show. Durante el desfile en traje de noche se vivió el momento más crítico cuando la Miss Estados Unidos, Rachel Smith, se tropezó y cayó al suelo.
Después, fue abucheada por el público antes de responder la pregunta final, como le había ocurrido tambiÙn en el desfile de trajes típicos que se realizó hace unas semanas, fuera de concurso, en el centro de la capital mexicana.
El magnate Donald Trump, propietario del concurso, afirmó en conferencia de prensa que los abucheos no fueron para Smith, "sino para las políticas de Estados Unidos".
La china Ningning Zhang fue elegida Miss Simpatía, mientras que la filipina Anna Theresa Licaros obtuvo el premio de Miss Fotogenia, dotados ambos de 1. 000 dólares.
Trump anticipó que la Organización Miss Universo está en contacto con Japón, China, Moscú y "otras seis ciudades", que tienen interés en ser sede del concurso el año entrante.
Los conductores del espectáculo, transmitido por televisión a unos 1. 000 millones de personas, según los organizadores, fueron la presentadora estadounidense Vanessa Minnillo y el actor Mario Lopez, nacido en Estados Unidos de padres mexicanos.
La nueva soberana tendrá un contrato por un año, con salario, de la Organización Miss Universo y dedicará los próximos 12 meses a actividades de representación.
Durante el tiempo de su reinado, deberá permanecer soltera y sin hijos, según establecen las reglas del concurso.
Hasta ahora los países con más títulos de Miss Universo son Estados Unidos, con siete, Puerto Rico, con cinco, y Venezuela, con cuatro.
Las 15 semifinalistas fueron Venezuela, Tailandia, Dinamarca, Nicaragua, Angola, Eslovenia, Estados Unidos, Brasil, India, México, Japón, Ucrania, Tanzania, Corea y República Checa.
La Miss Universo saliente, la puertorriqueña Rivera, dijo al inicio de la gala que, despuÙs de dejar su corona, seguirá adelante con su sueño de convertirse en actriz.
La velada fue amenizada por el sexteto pop RBD, un fenómeno musical en México y en varios países de América Latina, que cantó una mezcla de tres canciones: "Money, Money", "Cariño mío" y "Wanna Play", ante una audiencia que pagó de 230 a 33 dólares para presenciar el concurso en vivo en el Auditorio Nacional.

ABC Espana
Belleza de Japón gana el título Miss Universo 2007
Ampliar Imagen Foto:AP
MEXICO, AP

La Miss Japón Riyo Mori, bailarina de 20 años de edad, fue proclamada Miss Universo 2007 el lunes.

"Estoy tan agradecida con mis padres, con la gente que ha estado conmigo... es una de las experiencias más hermosas que he tenido en los últimos 10 años'', dijo en inglés en la primera conferencia de prensa que ofrece como nueva soberana.

Donald Trump, propietario del concurso, acompañó a la ganadora como acostumbra y, tras elogiar a la Miss Universo 2007, dijo que según las primeras estimaciones más de 1 000 millones de personas vieron la ceremonia en el mundo.

"Ella es una gran campeona, una increíble mujer y ya escuché que en Japón se volvieron completamente locos'' al enterarse del triunfo de Mori, afirmó el magnate.

Desde que llegó a México, la representante de Japón se mostró confiada en ganar el primer lugar del concurso.

En una ocasión expresó que "entré a esta competencia con grandes expectativas y una gran determinación para hacer este sueño realidad''.

La representante de Japón conservó la confianza incluso hasta el final. A diferencia de lo que ha sido una tradición entre las ganadoras, Mori no derramó ni una lágrima al escuchar que había sido designada como la mujer más bella del planeta.

Esta es la segunda vez que Japón gana la corona de la belleza mundial y la primera en 48 años desde la victoria de Akiko Kojima en 1959. El año pasado, la candidata japonesa estuvo a punto de alcanzar el premio, pero perdió por un estrecho margen.

El jurado, cuya decisión constituye una tercera parte de la puntuación total, enfocó su pregunta en la niñez de la candidata. Mori relató que el recuerdo más valioso de su infancia es la convivencia con maestros y estudiantes en sus clases de danza pues aprendió, entre otras cosas, a mantener la "paciencia y una actitud positiva''.

Mori se distinguió durante el concurso por usar vestidos de grandes diseñadores como Gucci.

El sueño de la nueva soberana es abrir su propia escuela de danza en Tokio, la capital japonesa.

La primera finalista fue la Miss Brasil Natalia Guimaraes, seguida por Ly Joainits de Venezuela, Honey Lee de Corea y Rachel Smith de Estados Unidos, quien recibió un abucheo sonoro al ser seleccionada entre las cinco finalistas.

El grupo selecto fue escogido entre 10 semifinalistas, luego de modelar en tacones altos y vestido de noche, una prueba en la que Miss Estados Unidos se cayó, aunque se recuperó rápidamente.

El jurado decidió darle una nueva oportunidad a la candidata estadounidense al incluirla en el grupo final.

La Miss Filipinas Anna Theresa Licarios fue elegida como la candidata más fotogénica, mientras Miss China Ningning Zhang fue seleccionada por sus compañeras como la ``señorita amistad''.

Sólo cuatro latinoamericanas aparecieron en las 15 semifinalistas y permanecieron entre las 10 favoritas, lo que contrasta con la tendencia de los últimos años cuando el grupo de esa región acaparaba las posiciones más altas.

El jurado de la noche final estuvo compuesto por el actor mexicano Mauricio Islas, la ex Miss Universo 1993 Dayanara Torres, el actor de la serie estadounidense ``Heroes'' James Kyson Lee, la modelo Lindsay Clubine, el guitarista Dave Navarro, el quarterback de los Vaqueros de Dallas Tony Romo, la campeona olímpica de patinaje sobre hielo Michelle Kwan, el diseñador de modas Marc Bouwer y la directora de la revista Elle Nina García.

www.elcomercio.com









MEXICO/EFE — La japonesa Riyo Mori, de 20 años, fue elegida anoche Miss Universo 2007, mientras que en segundo lugar (primera finalista) quedó la brasileña Natalia Guimaraes, durante la ceremonia que se efectuó en el Auditorio Nacional de Ciudad de México.

En la ceremonia de dos horas quedó en el tercer puesto la venezolana Ly Jonaitis, cuarta la coreana Honey Lee y quinta la estadounidense Rachel Smith.

Dos latinoamericanas, la brasileña y la venezolana, fueron escogidas entre las cinco finalistas del certamen Miss Universo 2007, que se celebró en la capital azteca.

Junto a la brasileña Natalia Guimaraes, de 22, y la venezolana Ly Jonaitis, de 21 años, pasaron a la siguiente etapa la coreana Honey Lee (24), la japonesa Riyo Mori (20), y la estadounidense Rachel Smith (22).

La candidata de Estados Unidos logró sobreponerse a una caída durante el desfile de trajes de noche y entró al grupo de las cinco finalistas.

En la edición de este año, la número 56 en la historia del certamen, la actual Miss Universo, la puertorriqueña Zuleyka Rivera, de 19 años, cedió su corona a la elegida anoche en el Auditorio Nacional de Ciudad de México.

La ceremonia, que duró dos horas, fue transmitida por las cadenas estadounidenses NBC y Telemundo, en inglés y castellano respectivamente.

La transmisión alcanzó a 170 países.

En 2006 la ceremonia fue seguida por 600 millones de personas y se esperaba que en esta edición sean 1.000 millones los espectadores. Los maestros de ceremonias de la gala de anoche fueron la ex Miss Estados Unidos Adolescente, Vanessa Minnillo (1999) y el actor estadounidense de origen mexicano Mario López. Entre las celebridades que compusieron el jurado están la ex Miss Universo Dayanara Torres (1993), el ex guitarrista del grupo de rock Red Hot Chili Peppers, Dave Navarro, y el actor James Kyson Lee, popular por su papel de Ando en la serie “Héroes”.

En la historia del certamen, el país que más triunfos ha obtenido ha sido Estados Unidos, con siete trofeos, seguido por Puerto Rico (cuatro) y Venezuela y Suecia (tres cada uno).

Además de la corona de Miss Universo, también se nombró una Miss Simpatía (Miss China), una Miss Fotogenia (Miss Filipinas) y se concedió un galardón al mejor traje típico.

La corona de la ganadora está valorada en 250.000 dólares y está compuesta por 120 perlas y 800 diamantes.

http://www.eldiariony.com/

Dan medios latinos escasa difusión a Miss Universo

Pocos portales de importantes diarios de la zona dieron realce al concurso celebrado en México

00:03 Muy pocos fueron los portales electrónicos de diversos periódicos de América Latina que dieron seguimiento a la edición 2007 de Miss Universo celebrado en el Auditorio Nacional de México.

A lo largo del concurso, las versiones web de “La Nación” de Argentina, “O Globo” de Brasil, “Nuevo Día” de Puerto Rico, o “El País” de Uruguay ignoraron el evento, pese a que tenían representantes de sus países compitiendo por convertirse en la mujer más bella del mundo.

Cabe mencionar que “El Tiempo” de Colombia, sí mencionó a Miss Universo, aunque con ángulo diferente: hizo referencia a las activistas que se reunieron en la ciudad de México para exigir con una parodia del certamen mejoras a los derechos de la mujer en México.

De los pocos sitios que apartaron un lugar en sus portales para dar seguimiento al concurso destacan “El Mercurio” de Chile, así como “La Nación” de Costa Rica, que alcanzó a publicar que su represente tica había sido eliminada antes de pasar a la semifinal.

  • La ganadora de Miss Universo, Riyo Mori, rompió casi medio siglo sin títulos para Japón, que logró la corona en 1959 con Akiko Kojima
  • La corona que acredita a la ganadora tiene un valor de 250 mil dólares y consta de 800 diamantes y 120 perlas
  • Riyo Mori, además de la corona, obtuvo un departamento en NY y contratos para realizar programas por 100 mil dólares, entre otras cosas. Durante todo un año no deberá preocuparse por productos de belleza, zapatos y vestido, pues sus patrocinadores se harán cargo
  • Durante el tiempo de su reinado, deberá permanecer soltera y sin hijos, según establecen las reglas del concurso
  • La noche se tiño de amarillo, ya que tres mujeres asiáticas se llevaron premios: Riyo Mori fue Miss Universo, la china Ningning Zhang fue elegida Miss Simpatía, y la filipina Anna Theresa Licaros obtuvo el premio de Miss Fotogenia. Además la coreana Honey Lee ocupó el cuarto lugar general
  • Venezuela, tercer lugar, se quedó con las ganas de igualar la marca de Puerto Rico de cinco títulos de belleza, y ponerse así a dos de la marca de Estados Unidos
  • La estadounidense Rachel Smith dio la nota y no por haber destacado en el concurso, en el cual terminó como quinto lugar, sino por haberse tropezado en la pasarela y haber recibido abucheos en cada una de sus intervenciones
  • Mientras se preparaban para el concurso en el Auditorio Nacional, activistas se reunieron en la ciudad de México para exigir con una parodia del certamen mejoras a los derechos de la mujer, según consignó El Tiempo de Colombia
  • El espectáculo fue transmitido por televisión a unos mil millones de personas, según los organizadores
  • Entre los integrantes del jurado sorprendieron los nombres de Dave Navarro, ex guitarrista de Jane's Addiction, Red Hot Chili Peppers y Guns N' Roses, y ex marido de Carmen Electra; Tony Romo, pasador de los Vaqueros de Dallas y a quien se relaciona sentimentalmente con la cantante Jessica Simpson, y el actor mexicano Mauricio Islas, quien se autoexilió en Miami luego de verse involucrado en un escándalo por mantener relaciones sexuales con una menor de edad, lo que echó por tierra su matrimonio.


  • El negocio de la belleza

    El país anfitrión y el dueño de la franquicia son los más beneficiados con los millones generados por Miss Universo, aunque no siempre es así




    Claudia Ramírez
    El Universal
    Martes 29 de mayo de 2007

    Detrás de cada reina de belleza mundial existen millones de dólares en juego, los cuales se dividen básicamente así: los que se destinan para la realización del concurso Miss Universo, aportados por el país anfitrión; los que se recuperan, sobre todo en el rubro turístico, en el país sede, gracias a la difusión que se hace de los correspondientes lugares más atractivos durante la transmisión, y los que obtiene para sí mismo el concurso por el simple hecho de ser el dueño de la franquicia.

    Miss Universo, así como Miss USA y Miss Teen USA, pertenecen a Miss Universe Organization, cuyos propietarios son la cadena NBC y el empresario estadounidense Donald Trump, quien también tiene negocios en el sector inmobiliario y cuya fortuna, según la revista Forbes , supera los mil 900 millones de dólares (casi 20 mil millones de pesos).

    El mundo a sus pies

    Se prevé que la transmisión de la final de Miss Universo es la tercera más importante en audiencia a escala mundial: es vista por más de mil millones de personas, sólo superada por algunos eventos deportivos.

    Se considera que este lunes la coronación de la nueva reina será seguida en 170 países.

    ¿Cuánto costó?

    Alejandra Barrales, secretaria de Turismo del Distrito Federal, ha calculado que el costo aproximado del evento para nuestro país será de 10 millones de dólares (más de 100 millones de pesos), mismos que aportarán los tres estados que han visitado las misses durante el concurso: Quintana Roo, Chiapas y el Distrito Federal.

    En el caso de la ciudad de México, el gasto de la administración es de casi 3.5 millones de dólares (36 millones de pesos); la mayor parte de éstos se cubrirán con patrocinios privados.

    A cambio, durante la transmisión televisiva de la final, el Distrito Federal dispondrá de tres minutos para publicidad de sus sitios turísticos.

    También se difundirán imágenes de los lugares que las concursantes han visitado durante su estancia en nuestro territorio: en Quintana Roo Cancún, Tulum, Playa del Carmen y Cozumel; en Chiapas, San Cristóbal de la Casas, Chiapa de Corzo, el Cañón del Sumidero, entre otros.

    La ganancia para México

    La señora Barrales informa que el gasto de la organización se compensará por la derrama económica que dejará el concurso durante y después de su realización.

    Se espera un ingreso de 35 millones de dólares (más de 350 millones de pesos) en hoteles y restaurantes los días previos y posteriores al gran evento.

    El certamen de Tailandia

    Luego del devastador tsunami que destruyó las costas del sureste de Tailandia, se acordó que Miss Universo 2005 se realizaría en aquel país y de esta manera contribuir a su recuperación económica.

    Se calcula que el gobierno tailandés invirtió en la organización del evento alrededor de 6.5 millones de dólares, y se obtuvieron alrededor de 120 millones de dólares, gracias a la visita de unos 65 mil turistas, según información que difundió en su momento el ministro de Turismo y Deporte de Tailandia.

    El caso de Panamá

    Sin embargo, no todos los años ha sido tan redituable ser el anfitrión de las bellezas. Por ejemplo, en 2003, cuando se llevó al cabo en Panamá, el diario local Crítica publicó lo siguiente:

    "El gobierno nos vendió la idea de que el concurso Miss Universo sería el gran negocio para el país. Se hablaba sin mayor tapujo de millones por aquí y millones por allá. Panamá ganaría 60 millones de balboas por la celebración del certamen ....pero el informe preliminar ... revela que el Estado invirtió 9 millones de balboas y los ingresos generados por el Miss Universo no llegaron a los tres millones".

    El negocio para la organización

    Miss Universo es una franquicia que se renueva anualmente. En cada país interesado en mandar una candidata existe un tenedor de esta franquicia que, tras el pago (no revelado) de cierta cantidad de dólares (que varía según el tamaño y la capacidad económica de cada territorio) puede enviar a su representante, siempre y cuando cumpla con las reglas que se estipulan en el concurso.

    Los organizadores toman en cuenta, también, lo que se recaudará de la transmisión televisada, la cual sirve como excelente promoción de innumerables marcas, por ejemplo, de los trajes de baño BSC, que usan las competidoras.

    Para esta empresa, el concurso es la vitrina más rentable que pueden encontrar

    El Universal

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