




By Vimla Patil
5 June 2007 (Sawf News) - Priyanka Chopra is the second most successful Miss India-Miss World in Bollywood
Just as the news comes that Priyanka Chopra has signed a three-film contract worth Rs.4 to 5 crores, with UTV, it seems a good opportunity to look back with pride at all the Miss India, Miss World, Miss Universe and Miss Asia title winners and their careers in Bollywood.
The earliest beauty queen to make a superb mark in Bollywood was Zeenat Aman who won the title of Miss Asia in 1971.
Zeenat, fresh as a dewdrop, came back with the crown to India and was immediately snapped up by the debonair Dev Anand for his epoch making film Hare Rama Hare Krishna.
With the success of the film, Zeenat went from one high to the next till she retired after marriage to Mazhar Khan and motherhood.
The next to make a huge mark in Bollywood was Tina Munim, winner of the Teen Princess title. She too was made a star by Dev Anand, who introduced her in his film Des Pardes. Tina went on to make several successful films before marrying industrialist Anil Ambani.
Next was Juhi Chawla, Miss India 1984, who started her career with Qayamat Se Qayamat Tak with Aamir Khan and achieved a hit with the very first film. She too became a top star of the big screen over the years doing commercial and art house films and winning kudos for both.
An extremely talented singer and respected star, she took a sabbatical when she married millionaire Jai Mehta and had two children. She takes assignments now and then and continues to win praise for her acting prowess. She will soon be seen in Swami, a simple story directed by choreographer Ganesh Acharya.
In 1994, Aishwarya Rai won the Miss World title while her colleague Sushmita Sen won the Miss Universe title.
Ash began her journey to stardom soon and so did Sush. But over the years, Sush was left behind, doing some films and endorsements, while Ash marched on to get international recognition as 'the most beautiful woman in the world' and made scores of films with the leading production houses of Bollywood.
And then came Priyanka Chopra, yet another Miss World, who built a fabulous film career within five years of her arrival in Bollywood.
Priyanka has been the heroine of several hit movies including the recent Krrish with Hrithik Roshan. Her co-stars have included Salman Khan, Akshay Kumar, Shah Rukh Khan, Hrithik Roshan and perhaps all the top heroes of Bollywood.
With her bagging a three-movie contract with UTV, she has become the second most successful beauty queen in Bollywood after Aishwarya Rai. She has more recently signed one more movie Love Story 2050 which is the launch vehicle for her reported boyfriend Harman Baweja, after Kareena Kapoor opted out of the movie.
Lara Dutta (Miss Universe 2000), who features in the forthcoming movie Jhoom Barabar Jhoom from Yashraj Films, is yet another moderately successful beauty queen. Then of course, there is the sexy Bipasha Basu (Ford Supermodel of the World 1996), celebrated beauty queen who has made her mark in many movies and is surely among the top five female stars of Bollywood currently.
Other beauty queens who tried their luck in Bollywood were Sangeeta Bijlani (Miss India 1980), Swaroop Sampat (Miss India 1979), Naveeda Mehdi (Miss India World 1990), Dolly Minhas(Miss India Universe 1988) and others. Younger beauty queens who continue to work in films are Celina Jaitley (Miss India Universe 2001), Dia Mirza (Miss India Asia Pacific 2000), Tanushree Dutta (Miss India Universe 2004) and Yukta Mookhey (Miss India World 1999)
http://news.sawf.org/
NBC News video |
Her infamous slip and fall at the Miss Universe Pageant, and the boos from the audience, will not deter Miss USA Rachel Smith from representing her country proudly, the beauty queen from Tennessee proclaimed emphatically Monday.
“Unfortunately, it happened to me. It is part of my past. I'm going to hold my head high,” Smith, 22, said during a live appearance on TODAY.
“What kind of role model would I be if I had just crawled off the stage or just stayed there lying on the ground? It was tough, but I'm going to continue to be a good role model and I look forward to what is ahead,” Smith said.
Em sua primeira missão no quadro "Paredão do Alemão", do "Fantástico", o vencedor do "BBB 7" Diego Alemão entrevistou a Miss Brasil Natália Guimarães, a segunda colocada no último concurso Miss Universo.
A mineira de 22 anos mostrou um pouco de sua habilidade na hora de desfilar e teve que resistir às provocações de Alemão.
Ela disse que o "mais importante é você ter autoconfiança e mostrar isso aos outros" e também comentou a vitória da japonesa Riyo Mori, que foi muito contestada.
"Na hora que anunciaram o meu nome como segundo lugar as pessoas perguntaram 'você não ficou triste, não ficou decepcionada?'. Eu respirei fundo e falei 'não, lá no Brasil vai ser muito melhor'."
Os dois ainda foram a um salão de beleza, e Diego Alemão ainda teve que enfrentar depilação com cera quente.
http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL46535-7084-8600,00.html
Estudante de arquitetura, de família mineira e namorando há quatro anos, a mulher mais bela do Brasil diz que não vai aceitar convites para posar nua
| Leonardo Wen/Folha Imagem | Natália Guimarães, que ficou em segundo no Miss Universo, em sua volta ao Brasil |

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Por Danilo Casaletti
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| O momento exato do resultado do Concurso Miss Universo |
ÉPOCA - Como foi ficar em segundo lugar no Miss Universo?
Natália Guimarães - Para mim, foi maravilhoso, uma vitória. Não é fácil representar um estado e depois uma país. Não foi uma derrota e, sim, uma vitória. Se eu não fiquei em primeiro, é por que Deus tinha um plano bem melhor para mim. E isso eu já estou sentindo hoje, no primeiro dia. Acho que se eu construir minha carreira aqui, ela pode durar muito mais tempo do que eu ficar um ano em Nova York.
ÉPOCA - Você se sentiu, de alguma maneira, injustiçada pelo resultado?
Natália - Se eu tivesse ficado em primeiro e a segunda dissesse que o resultado foi injusto, eu ficaria muito chateada. Se aconteceu algo ou não, a Miss Japão merece respeito, afinal, ela não tem culpa de nada.
ÉPOCA - Aqui no Brasil, já surgiram até comunidades no Orkut dizendo que houve um complô por parte dos jurados orientais... Você percebeu algo durante o concurso?
Natália -Sério? Não sabia. Vou querer entrar para ver. Há muitos anos que as latinas vêm vencendo o concurso, e acho que eles resolveram valorizar a beleza da mulher oriental. Não acho injusto. Todo tipo de bveleza deve ser valorizado, a oriental, a negra... Chegou a vez do Oriente... Para mim, está tudo bem.
ÉPOCA - Mas você sentiu que havia algum tipo de combinação nesse sentido?
Natália - Havia três jurados orientais no júri, então... Mas, nos bastidores, o que se falava é que seria muito difícil uma latina ganhar. Alguns países teriam ameaçado parar de mandar meninas para o concurso...
ÉPOCA - O organização do Miss Brasil pecou em algo? Faltou um trabalho de marketing, por exemplo?
Natália- O Miss Brasil foi apenas duas semanas antes do Miss Universo. A Miss Venezuela foi eleita em setembro! Ela, por exemplo, teve muito mais tempo para se preparar do que eu. A Miss Japão teve patrocínio de marcas muito famosas, o que a deixou em evidência. Acho que a organização do Miss Brasil deveria rever isso e dar mais tempo para a candidata se preparar.
ÉPOCA - O que você fez após o concurso? Comemorou? Tomou um porre? Descansou?
Natália - Depois que terminou o concurso, fomos receber os prêmios, tirar fotos etc. Depois fui para o hotel jantar com minha família. Quando entrei no restaurante, todo mundo bateu palmas para mim. Fiquei emocionada, tinha gente do mundo todo e eu não conhecia ninguém. Logo depois teve uma festa para as misses... Muitas beberam demais! (risos) Mas eu preferi dormir, estava muito cansada.
ÉPOCA - O concurso era como você imaginava?
Natália - Sim. Foi tudo maravilhoso! Fomos muito bem cuidadas, fizemos diversos passeios no México. Cancún é lindo! O mar do Caribe... Foram as praias mais bonitas que já vi na vida.
ÉPOCA - Você recebeu muitas cantadas?
Natália - Não. É até engraçado, mas acho que as pessoas respeitam as misses. Só ouvi coisas bem sutis, elogios... Graças a Deus!
ÉPOCA - Qual miss você achou a mais bonita?
Natália - A Miss Venezuela é muito bonita. Tanto nas fotos como pessoalmente. Fora isso, é uma pessoa muito boa. A Miss Espanha também era linda. Fiquei decepcionada de ela não ter chegado nem entre as 15 finalistas.
ÉPOCA - Qual era a mais antipática?
Natália - Como são muitas meninas, 77 no total, é complicado fazer amizade com todas... Então ficou assim: um grupinho de latinas, outro das orientais... As latinas eram as mais soltas, pulavam, gritavam... Já as européias eram mais fechadas, só olhavam.
ÉPOCA - Existe muita rivalidade no concurso? Presenciou algum fato?
Natália - Rivalidade, sempre tem. Mas, para ser sincera, eu senti mais rivalidade no Miss Brasil do que no Miss Universo. No Miss Universo, as meninas têm a cabeça mais aberta, estão mais cientes da importância do concurso. Aqui no Brasil, uma vez, eu percebi que as outras meninas ficaram com ciúme de mim. A gente tinha uma filmagem, e eu pedi para fazer primeiro porque queria ficar livre logo... As outras meninas entenderam que só iriam filmar comigo. Elas ficaram reclamando e cochichando que eu tinha mais atenção que as outras. Mas isso só fez eu me sentir mais forte.
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| A beleza da mineira Natália Guimarâes |
ÉPOCA - Miss tem celulite?
Natália - Com certeza! Ninguém é perfeito neste mundo! Só que os meus defeitos, eu não vou contar para ninguém.
ÉPOCA - Mas você já mexeu no seu corpo? Lipo? Silicone?
Natália - Não, nunca fiz. Nem tive tempo, foi tudo muito rápido. Mas não tenho preconceito em relação a isso. Se tivesse de fazer, faria numa boa... Só teria cuidado para não perder a naturalidade.
ÉPOCA - E aquele mito de que toda miss leu o Pequeno Príncipe? Você leu esse livro?
Natália - Não, isso é ridículo... Não li, nem pretendo... (Nesse momento, uma mulher que estava no corredor do hotel escutou e disse: “Não fale isso. É um livro tão bonito! Você deveria ler.)
ÉPOCA - Você já fez pontas na TV Globo (minissérie Os Mais e Malhação). Pretende ser atriz. apresentadora ou modelo? Qual carreira pretende seguir?
Natália - Quando eu fiz, era muito novinha. Foi há sete anos. Eu fazia teatro em Belo Horizonte e, durante as férias, fui ao Rio de Janeiro e fiz essas participações. Quando voltei a Belo Horizonte, me ligaram convidando para participar de uma novela. Mas eu era muito nova, estava no colégio, e meu pai não deixou. Hoje em dia, eu agradeço a ele por isso. Terminei meus estudos e, se agora eu vier a trabalhar como atriz, terei muito mais maturidade.
ÉPOCA - Mas você pretende seguir a carreira de atriz?
Natália - Sim. Acho que agora está na hora certa. Esse título vai me ajudar bastante...
ÉPOCA - Provavelmente surgirão convites para posar nua... Você faria isso?
Natália - Até já apareceu um convite para um ensaio sensual, mas não é a minha praia. Respeito muito quem faz, mas nunca farei esse tipo de trabalho.
ÉPOCA -Você cursava Arquitetura. Pretende trabalhar nessa área algum dia?
Natália - Sim, é algo que me fascina. Com esse concurso, tenho viajado o mundo e fico encantada com as cidades, com os hotéis... Quero terminar o curso (ela trancou no sexto período), só não sei quando vou conseguir. Além disso, quero cursar Direito. Acho que todo ser humano tem que fazer esse curso para ter consciência dos seus direitos perante a sociedade...
ÉPOCA - Como é a agenda de uma miss? Quais são os trabalhos?
Natália - Bom, vou saber agora. Quando eu venci o Miss Brasil, nem deu tempo de trabalhar. Só resolvi as questões da viagem para o México. Hoje, quando cheguei ao Brasil, estava morta, cansada, e vi que já tinha uma agenda extensa de entrevistas. Mas está sendo prazeroso. Quero aproveitar cada minuto.
ÉPOCA - Você acha que vai ganhar dinheiro com esse título?
Natália - Acho que sim. Os brasileiros estão gostando do meu trabalho e vejo que há um interesse por mim lá fora também. O Donald Trump já me convidou para ir a Nova York para uma reunião. Ele quer que eu faça todos os trabalhos que a Miss Japão não puder fazer.
ÉPOCA - Sempre sonhou em ser miss?
Natália - Não. Foi por acaso. Eu estava trabalhando em Nova York há um ano e voltei ao Brasil para ficar uma semana. No elevador do meu dentista, um dono de agência de modelo me convidou para ser Miss Belo Horizonte. Fui apresentada para o dono do Miss Minas Gerais, que tem franquia do Miss Intercontinental. Fui para as Bahamas representar o Brasil, antes mesmo do Miss Minas Gerais. Também teve o Top Model of the World, na China, que eu venci, antes mesmo de eu ser Miss Brasil. Fui a primeira brasileira a vencer esse concurso.
ÉPOCA - Você tem uma causa ou uma preocupação mundial que você pretenda seguir ou gostaria de abraçar?
Natália - Deus me deu a beleza e uma forma de estar em contato com a mídia. Por isso, acho que seria injusto eu não retribuir de alguma forma. Tenho vontade de abrir, junto com minha mãe, uma casa para menores abandonados em Minas. Queremos atender, pelo menos, 150 crianças.
http://revistaepoca.globo.com/
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A Miss Brasil Natália Guimarães está curtindo a fama alcançada após o bom desempenho no Miss Universo 2007, quando ficou em segundo lugar no concurso realizado na Cidade do México. De volta ao Brasil, Natália participou de uma série de compromissos profissionais. Teve até um encontro de celebridades com o campeão do 'Big Brother Brasil 7', Diego Alemão.
Por onde passa, Natália é parada nas ruas para tirar fotos e dar autógrafos. Muitos homens não resistem à beleza da morena de 22 anos e soltam: "Você é muito linda!" Com muito respeito.
Natália Guimarães também tem namorado. O empresário Christian Wagner, de 23 anos, acompanhou a mineira no concurso Miss Universo 2007. Se ela tivesse vencido a japonesa Riyo Mori, teria de morar um ano em Nova York. Mas Natália garante que isso não traria problemas para sua vida pessoal. “Se eu tivesse ganhado o Miss Universo ficaria com os dois, o título e o namorado”, garante.

Todo o glamour que envolve o título de miss acaba criando uma certa idolatria do público em relação à beldade. Como resultado, os homens ficam com medo de se aproximar da rainha da beleza. Quem garante isso é a gaúcha Rafaela Zanella, 20 anos, Miss Brasil 2006, que recentemente passou sua coroa para a mineira Natália Guimarães, segunda colocada no concurso Miss Universo 2007.
“As pessoas ficam com um certo receio de chegar perto de uma miss. Elas ficam com vergonha”, afirma Rafaela, que representou o Brasil no
concurso Miss Universo de 2006 e ficou em 13° lugar. “Eu nunca tive problemas, porque tenho namorado.”
GALERIAS DE FOTOS
Fotos de Rafaela Zanella e Natália Guimarães
Fotos de Natália preparando um sushi
Fotos do álbum de família da Miss Brasil 2007
Fotos do concurso Miss Universo 2007
Os bons desempenhos de Natália e Rafaela em disputas internacionais devem aumentar a procura das mulheres pelos concursos de miss. “As mulheres estão vendo que vale a pena participar destes

A ex-miss Brasil Taíza Thomsen, que chegou a ser considerada desaparecida pela Polícia Federal e pela Scotland Yard no começo deste ano, afirmou que sua vida 'virou um inferno'. A declaração foi publicada neste domingo (3) pelo jornal britânico The Mail on Sunday.
Essa foi a primeira entrevista dela desde que seus pais procuraram a PF em Joinville (SC) e contaram que não faziam contato com ela desde setembro de 2006. Na entrevista, ela falou sobre o suposto desaparecimento.
A PF divulgou nota no dia 5 de fevereiro deste ano informando que havia localizado a ex-miss Brasil. O contato telefônico com ela foi feito no dia 3 de fevereiro. De acordo com a Polícia Federal, Taíza afirmou que estava bem em Londres e que não desejava ser encontrada nem mesmo por seus pais. Ainda de acordo com o delegado, ela não demonstrava estar coagida, sendo um direito dela manter-se isolada.
Mesmo depois da investigação da PF, a família continuou a acreditar que a ex-miss ainda estava desaparecida.
Ameaças
A entrevista de Taíza no jornal britânico The Mail on Sunday colocou um ponto final na história de sua saída do Brasil. Ela afirmou que vida virou um "inferno na terra" depois que vários cartazes com sua foto foram espalhados pela capital britânica.
Ela explicou ao jornal britânico que foi presa pela imigração. Taíza estava com o visto expirado em dezembro de 2006. "Fiquei presa por 30 dias até que eu esclareci toda essa tagarelice causada por minha mãe. Agora eu quero ser deixada em paz para seguir com a vida que construí para mim na Grã-Bretanha", disse.
Taíza também revelou que saiu de São Paulo por estar sendo perseguida. "Recebi uma série de ameaças de morte, mas eu não quero falar sobre isso."
Família
A falta de contato com os pais, em Joinville, foi motivada por "desentendimentos que me deixaram muito chateada. Minha mãe atrapalhou tudo ao ir à polícia", disse Taíza.
A ex-miss disse que não se prostituiu em Londres, mas confirmou que trabalhou em um clube de strip-tease na capital londrina. Ela usava o pseudônimo Sol. "Muitas brasileiras trabalham nesses clubes e, apesar de dançarem nuas, elas não são prostitutas."
Ela disse que fez o trabalho para pagar uma dívida com uma amiga. "Ela precisava do dinheiro rápido porque estava doente. Eu nem gostei do emprego e o clube não pagou a quantia que havia me prometido. Eu acabei ganhando menos de 500 libras (cerca de R$1,8 mil) por semana. Mas era o único emprego que consegui encontrar", disse ao jornal.
De acordo com o jornal britânico, a Scotland Yard informou, neste sábado (2), que o caso está concluído e que Taíza não é mais considerada desaparecida.
Valéria França
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SÃO PAULO - Quando Marta Rocha perdeu o título de Miss Universo por duas polegadas a mais nos quadris, em 1954, houve uma comoção nacional. Apesar de o concurso não ter mais o mesmo brilho de antes, este ano causou polêmica e uma enxurrada de depoimentos revoltados em comunidades de relacionamentos virtuais como as do Orkut.
Na segunda-feira, a mineira Natália Guimarães, de 22 anos, estava muito perto de ganhar o título de Miss Universo, uma faixa que há 39 anos ninguém traz para o Brasil. Ela estava entre as cinco favoritas do Auditório Nacional da Cidade do México. Mas quem levou o primeiro lugar foi a representante do Japão, Riyo Mori, de 20 anos.
Natália ficou com o segundo lugar. E os brasileiros reclamaram. “Injustiça” e “roubo” foram algumas das palavras usadas pelos internautas numa das comunidades da Miss Brasil, que tem 3.280 membros. Mesmo quem entende do assunto não gostou do resultado. “Ela era a mais bonita de todas. Tem uma elegância digna de miss”, diz Marta Rocha, que assistiu ao concurso e conhece Natália pessoalmente. “Ela deveria ter levado a faixa de Miss Universo. Seria uma questão de justiça.”
Estudante de arquitetura e ex-modelo, Natália voltou nesta quinta-feira, 31, ao Brasil. Depois de passar um mês no México, participando de jantares e festas, que faziam parte da programação do concurso, ela foi recebida como personalidade no Aeroporto de Cumbica, em São Paulo. Deu entrevistas durante todo o dia. Há 35 anos, uma brasileira não conseguia o segundo lugar.
Tudo bem que ser vice não é tão ruim assim. Mas o resultado foi mesmo injusto? “Não esperava perder para a Miss Japão. Estava apreensiva por causa da Miss Venezuela, que é linda”, diz Natália. “Acho que Riyo ganhou porque tinha o melhor lobby. Não era a mais preparada.” A Miss Japão teve patrocinadores de fôlego, que garantiram um guarda-roupa deslumbrante. Enquanto Riyo usava vestido Gucci e jóias Bulgari, Natália desfilava grifes brasileiras. Do estilista mineiro Alexandre Dutra, por exemplo, conseguiu dez vestidos de gala. “Só que um deles foi usado pela Miss Brasil no ano passado. Todo mundo notou”, lamenta.
A personalidade irreverente da candidata japonesa parece ter contado positivamente no julgamento dos jurados. “Ela não seguiu as orientações dos organizadores. Na passarela fez o contrário do pedido”, reclama Natália. “Até dançou na hora de desfilar de maiô.”
O segundo lugar não foi um mau negócio para a brasileira. Ela começou a trabalhar como modelo aos 15 anos. Até o ano passado, Natália não tinha alcançado o sucesso de uma top do gabarito de Isabeli Fontana. Por sorte, foi descoberta por um caçador de miss dentro de um elevador. “Ele disse que estava precisando de uma miss. Minha mãe achou ótimo. Eu também”, diz Natália, que colhe os primeiros frutos.
Ela foi convidada para ser a capa da revista Nova e levar a bandeira do Brasil na abertura dos Jogos Pan-Americanos, no Rio. Também foi sondada para ser garota propaganda da Victoria’s Secret, uma das mais famosas grifes de lingerie americana, que já teve em seus anúncios gente com Gisele Bündchen.
“No meu tempo, ser miss era um problema, quase um escândalo”, diz Bertini Motta, de 71 anos, que foi Miss Ceará, em 1968 e hoje é uma das organizadoras do Miss Brasil. “Minha mãe me levou para o padre da comunidade indignada com a minha idéia de participar do concurso.” Na época, Bertini ganhou algo relativo a R$ 5 mil por ter levado a faixa para a casa. “Mas o concurso perdeu o glamour e passou a ser procurado apenas por garotas do interior. As da capital queriam ser modelo”, diz Betini. “O perfil começa a mudar novamente. Uma prova disso é a nossa Natália.”
A mineira Natália Guimarães chega na manhã desta quinta-feira (31) ao Brasil. Assim que desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, proveniente do México, a morena de 22 anos vai poder sentir o efeito do sucesso obtido com sua participação no concurso Miss Universo 2007, no qual ficou em segundo lugar, ficando atrás apenas da japonesa Riyo Mori entre 77 candidatas.
Natália está com a agenda lotada. Já tem marcada uma série de entrevistas e participações em programas de tevê. Também terá sessões de fotos para ser capa de revistas femininas e daquelas que trata do mundo dos famosos. A moça de Juiz de Fora, criada em Belo Horizonte, agora é uma celebridade mundial.
Até a hora do embarque de volta ao Brasil, na tarde desta quarta-feira, o telefone do quarto onde Natália ficou hospedada não parou de tocar. "Ela
deu já deu entrevistas para jornais do México, revistas e sites do Brasil, isso aqui está uma loucura, mas ela está adorando", contou a prima Roberta, que acompanhou a Miss em sua estadia no México.
Natália ainda estuda a melhor maneira de aproveitar a fama. "Tenho que curtir este momento maravilhoso pelo qual estou passando", afirmou Natália ao G1. "Sei que é uma fase curta, e vou aproveitá-la da melhor maneira possível."
Desfilar e posar para fotos é a paixão de Natália. Trabalhar como atriz? A Miss Brasil não descarta. Natália já tentou a carreira na televisão. Fez curso de teatro em Belo Horizonte e, aos 16 anos, foi chamada para fazer figuração na minissérie "Os Maias". Natália atuou no último capítulo.
A futura miss era uma das pessoas vestidas com
roupas de época que passavam ao fundo da cena em que Ana Paula Arósio e Fábio Assunção se desmanchavam em lágrimas na despedida dos amantes em uma estação de trem pouco depois de terem descobertos que eram irmãos, na trama de Eça de Queiroz. A cena é escura e cheia de efeitos de fumaça. Descobrir qual das figurantes é a Natália é impossível.
A modelo também teve uma rápida participação em "Malhação". "Ela fez uma cena em que as meninas jogavam futebol. A Natália até marcou um gol!", conta a mãe, Eliane Moreira. Os tempos de figuração já eram. Natália se prepara para ser protagonista. É o que garante a mãe. "Ela agora é uma rainha. Sem a coroa."
http://g1.globo.com

Ayer la reina de belleza se comunicó vía telefónica con la Organización Miss Venezuela para comentar las impresiones del concurso. ''Sentí merecida esta figuración y lo primero que pensé fue: Si Dios me puso aquí, hasta aquí tenía que llegar. Cuando escuché mi nombre estaba en una nube blanca, incluso hasta me equivoqué, di un paso adelante, cuando no lo tenía que dar. Estoy muy contenta por mis otras compañeras, la verdad es que todas se lo merecían'', decía el comunicado de prensa.
La venezolana aseguró que nadie se imaginó que la japonesa Riyo Mori sería la ganadora. ''Jamás nadie aquí se lo esperaba, creo que ni ella misma. Yo siempre vi como triunfadora a Natalia Zabala, Miss España, aunque pudo haber sido Brasil o Estados Unidos; había varias que la prensa consideraba favoritas, entre ellas me incluyo''.
Para la joven de 21 años lo más importante del certamen fue el intercambio cultural. ''El hecho de conocer y aprender de la cultura de otros países te enriquece como persona, te impulsa a crecer. Poder comunicarme con todas las latinas fue muy rico y me di cuenta de lo importante del español''.
Excelente desempeño
Jonaitis, quien llega hoy al país acompañada de su novio Leonardo Villalobos y sus familiares, tuvo un excelente desempeño en la competencia. Su seguridad e inteligencia quedaron demostradas. Fue la primera en ser nombrada entre las primeras 15 finalistas y su nombre fue el quinto en escucharse en la selección de las diez, después de Brasil, India, Japón y Angola. En su desfile en traje de baño resultó sexta en puntaje por debajo de Japón y su desfile en traje de gala, diseñado por Ángel Sánchez, mereció el segundo lugar en la votación del jurado; el primero fue de Brasil con 9,5.
A la pregunta formulada por Dave Navarro, ex guitarrista de Red Hot Chili Peppers, sobre si prefería un hombre espontáneo y salvaje o uno seguro, la venezolana respondió con una respuesta simple pero concisa, que le valió el aplauso del público mayormente mexicano. ''Lo mejor es sentirse segura con alguien que te complemente. Creo que en cada relación debe haber un poco de todo para poder mantener la llama de la pasión''.
Tras su destacada participación en el certamen, la esbelta joven continuará sus estudios de Diseño de Modas y de Arte Dramático, aguardando una opción que le permita incursionar en la animación o la actuación. ''Esta experiencia te abre muchísimas puertas y te das a conocer ante mucha gente. Si me llaman y me hacen una propuesta formal para animación, yo encantada de la vida''.
...www.laverdad.com/


Claudia Ramírez
El Universal
Miércoles 30 de mayo de 2007
Ella recibió la corona de reina mundial de la belleza en 1991, y ahora es directora del certamen Nuestra Belleza (donde se elige a la mexicana que nos representará en la justa de Miss Universo).
Notablemente afectada por la decisión de los jueces, quienes no consideraron a Rosa María Ojeda, nuestra candidata, entre las finalistas, Lupita agregó, vía telefónica: “Anoche (el lunes) me di de topes no sé cuántas veces. Lloré y me dije, ‘y ahora a quién le rezo, ya le di la vuelta a todos los santos’. Por fortuna, Rosy jamás perdió la sonrisa sobre el escenario. La proyección que dio de nuestro país fue superpositiva. Nos vamos con eso, con un trabajo bien hecho, pero también luego, con la frustración de no haber podido alcanzar la meta. Seguiremos echándole ganas para el que sigue. Espero que las chicas mexicanas confíen en el trabajo que se hace en Nuestra Belleza, porque pronto debemos tener una nueva Miss Univero”.
Sobre el estado en que se encuentra Rosa María relató: “Ayer (el lunes) hablamos por la noche, las dos estábamos muy tristes, lloramos mucho. Traté de darle fuerza, pero yo me sentía igual. Es una niña encantadora. Hoy (martes) que volví a hablar con ella, la noté más tranquila y más fuerte. Estoy muy contenta y orgullosa de ella”, señaló.
¿Qué buscan los jueces de Miss Universo? le preguntamos: “Eso es lo que quisiera saber. Estoy muy sensible. Estoy muy afectada emocionalmente porque yo tenía confianza en el desenvolvimiento de Rosy. Me siento desconcertada y triste.
“Soy respetuosa de las decisiones del jurado y no me gusta caer en los jueguitos de ‘ay, nos robaron’, ‘fue por políticas o por esto otro’; trato de reconocer si nuestra chica falló en algo o cometió algún error. En este caso, me cuesta mucho trabajo porque hasta donde la dejaron llegar, no cometió ninguno. La vi perfecta en todo, concentrada, en actitud, arreglo y hasta en el color de su vestido,”.
¿Qué le faltó para ganar? “No, nos faltó nada. Aquí fue la decisión del jurado, siempre lo es. En otras ocasiones puedo reconocer que hubo alguna falla de nuestra representante, pero no esta vez. Ella fue evolucionado y fue ganando terreno conforme fueron avanzando los días.
“Siento que en el Auditorio de pronto se vivió la situación muy tensa con la chica de Estados Unidos y no sé si eso afectó en el ánimo de los jueces y la decisión fue tomada de esa manera. No sé. Nunca he querido echarle la culpa a situaciones externas”, declaró Miss Universo 1991.
¿Los jueces han sido justos?, se le inquirió: “Siempre he procurado no hacer declaraciones que demeriten el trabajo de los jueces, ni el trabajo de las demás participantes; jamás haría una declaración al respecto. Ojalá que en próximos años la situación y todo lo que rodea a nuestras representantes sea positivo”.
Sobre el triunfo de la representante de Japón comentó: “Dentro de mis favoritas siempre había manejado yo a México, Brasil y Japón. Aunque no estoy muy contenta de que nuestro país no haya llegado muy lejos, ya había contemplado que Japón era una contrincante fuerte. En pasarela, ella mostraba una actitud atractiva, segura y finalmente, los jueces le dieron el triunfo y ni hablar”.
Respecto a la preparación de la próxima representante de nuestro país, que será elegida en Colima el próximo 6 de octubre comentó: “El trabajo que hicimos con Rosy fue impecable y eso me deja muy tranquila; nuca la dejamos sola. Estuvimos ayudándola a sentirse segura. Recargaremos baterías y seguiremos adelante, esperando que nuestra próxima representante tenga su misma actitud y que esté dispuesta a aprender”.
eluniversal.com.mx



Publicada em 29/05/2007 às 01h55m
EFECIDADE DO MÉXICO - A coroa de Miss Universo 2007 foi para a japonesa Riyo Mori, de 20 anos. A brasileira Natália Guimarães, de 22 anos, ficou a um passo de ser eleita, terminando em segundo lugar no concurso realizado na segunda-feira no Auditório Nacional da Cidade do México. A terceira colocada foi a venezuelana Ly Jonaitis, em quarto ficou a sul-coreana Honey Lee e em quinto a americana Rachel Smith.
Mori, sucessora da porto-riquenha Zuleyka Rivera, é a segunda japonesa a vencer o concurso de Miss Universo. A primeira foi Akiko Kojima, em 1959. Ela declarou à imprensa, após ser escolhida, que o mês que passou no México, na fase final da competição, valeu por 10 anos de sua vida. A japonesa agradeceu muito a seus pais e a todos que apoiaram sua caminhada. Ela disse ter conhecido a "beleza interior" de suas 76 adversárias durante os quase 30 dias que passaram juntas no México.
- Se você tem beleza interior, ela se espelhará na sua beleza exterior - disse a candidata, visivelmente emocionada. Sobre sua cabeça brilhava a coroa de pérolas e diamantes, avaliada em US$ 250 mil.
Durante seu ano de reinado, um de seus objetivos será melhorar a si mesma. Também afirmou que se emociona pelo que a coroa pode fazer para ajudar as pessoas. A anterior ganhadora, Zuleyka Rivera, apoiou principalmente a causa dos doentes de Aids.
O magnata americano Donald Trump, dono da franquia de Miss Universo, compareceu à entrevista junto à Miss Universo.
- No Japão todos estão ficando loucos - disse o empresário. Ele comemorou a audiência da transmissão, que superou 1 bilhão de pessoas.
Trump revelou também que as autoridades japonesas ofereceram o país como sede do concurso do próximo ano. As negociações para 2008 incluem China e Rússia.
A Miss Estados Unidos, Rachel Smith, passou por momentos delicados durante a noite. Ela caiu durante o desfile de trajes de gala, e depois foi vaiada pelo público antes de responder à pergunta do júri. Ela já havia sofrido a rejeição no domingo, dia 20, durante um desfile de trajes típicos, em pleno centro da capital mexicana. Donald Trump afirmou que as vaias não eram um problema pessoal de Smith, e sim uma resposta às políticas dos Estados Unidos.
A Miss Fotogenia foi a filipina Anna Theresa Licaros, de 22 anos. O prêmio de Miss Simpatia foi para a representante chinesa, Ningning Zhang, de 20 anos. As duas receberão um prêmio de US$ 1 mil e um troféu.
Na etapa das cinco finalistas, as participantes responderam uma pergunta dos membros do júri. Riyo Mori teve que dizer qual a experiência mais marcante da sua infância. Ela respondeu que foi o balé, em que aprendeu a ser paciente, feliz e positiva.
A brasileira Natália Guimarães, de 22 anos, ficou em segundo lugar no concurso de Miss Universo 2007, que foi vencido pela japonesa Riyo Mori, de 20 anos. A cerimônia aconteceu no Auditório Nacional da Cidade do México, nesta segunda-feira (28).
Há 26 anos uma candidata brasileira não conseguia ficar entre as cinco finalistas. A última a realizar o feito foi a Miss Brasil Adriana Alves de Oliveira, que ficou em quarto lugar no Miss Universo de 1981. As únicas brasileiras eleitas Miss Universo foram Ieda Maria Vargas, em 1963, e Martha Vasconcellos, em 1968.
Natália estuda arquitetura, tem 1,75 m de altura, iniciou carreira de modelo aos 15 anos. Já representou o país em dois outros concursos internacionais: nas passarelas de Bahamas e da China, onde ganhou o concurso Top Model Of the World. Sua experiência em concursos de beleza foi decisiva na sua eleição como Miss Brasil, em abril.
A venezuelana Ly Jonaitis, apontada como a grande favorita, ficou em terceiro lugar. Na quarta posição veio a sul-coreana Honey Lee e, em quinto, a americana Rachel Smith. A Miss Fotogenia foi a filipina Anna Theresa Licaros, de 22 anos. O prêmio de Miss Simpatia foi para a representante chinesa, Ningning Zhang, de 20 anos. As duas receberão um prêmio de US$ 1 mil e um troféu.
Além do título da mulher mais bela, a Miss Japão herdou da porto-riquenha Zuleyka Rivera Mendoza, ganhadora em 2006, uma coroa de brilhantes avaliada em US$ 250 mil feita pelo designer japonês Mikimoto.
Ela levou também: um contrato anual como Miss Universo; guarda-roupas completo, com maquiagens e produtos de beleza; um apartamento alugado por um ano em Nova York com todas as despesas incluídas; uma tiara com pérolas no valor de U$ 20 mil; uma bolsa de estudos de dois anos no valor de US$ 100 mil na The NY Film Academy, em Nova York; um relógio cravejado de diamantes de US$ 30 mil; acessos a viagens internacionais e presença em eventos; cursos de relações pública e de como lidar com a imprensa.
G1

En la ceremonia de dos horas quedó en el tercer puesto la venezolana Ly Jonaitis, cuarta la coreana Honey Lee y quinta la estadounidense Rachel Smith.
Dos latinoamericanas, la brasileña y la venezolana, fueron escogidas entre las cinco finalistas del certamen Miss Universo 2007, que se celebró en la capital azteca.
Junto a la brasileña Natalia Guimaraes, de 22, y la venezolana Ly Jonaitis, de 21 años, pasaron a la siguiente etapa la coreana Honey Lee (24), la japonesa Riyo Mori (20), y la estadounidense Rachel Smith (22).
La candidata de Estados Unidos logró sobreponerse a una caída durante el desfile de trajes de noche y entró al grupo de las cinco finalistas.
En la edición de este año, la número 56 en la historia del certamen, la actual Miss Universo, la puertorriqueña Zuleyka Rivera, de 19 años, cedió su corona a la elegida anoche en el Auditorio Nacional de Ciudad de México.
La ceremonia, que duró dos horas, fue transmitida por las cadenas estadounidenses NBC y Telemundo, en inglés y castellano respectivamente.
La transmisión alcanzó a 170 países.
En 2006 la ceremonia fue seguida por 600 millones de personas y se esperaba que en esta edición sean 1.000 millones los espectadores. Los maestros de ceremonias de la gala de anoche fueron la ex Miss Estados Unidos Adolescente, Vanessa Minnillo (1999) y el actor estadounidense de origen mexicano Mario López. Entre las celebridades que compusieron el jurado están la ex Miss Universo Dayanara Torres (1993), el ex guitarrista del grupo de rock Red Hot Chili Peppers, Dave Navarro, y el actor James Kyson Lee, popular por su papel de Ando en la serie “Héroes”.
En la historia del certamen, el país que más triunfos ha obtenido ha sido Estados Unidos, con siete trofeos, seguido por Puerto Rico (cuatro) y Venezuela y Suecia (tres cada uno).
Además de la corona de Miss Universo, también se nombró una Miss Simpatía (Miss China), una Miss Fotogenia (Miss Filipinas) y se concedió un galardón al mejor traje típico.
La corona de la ganadora está valorada en 250.000 dólares y está compuesta por 120 perlas y 800 diamantes.
http://www.eldiariony.com/
Dan medios latinos escasa difusión a Miss Universo
Pocos portales de importantes diarios de la zona dieron realce al concurso celebrado en México
00:03 Muy pocos fueron los portales electrónicos de diversos periódicos de América Latina que dieron seguimiento a la edición 2007 de Miss Universo celebrado en el Auditorio Nacional de México. A lo largo del concurso, las versiones web de “La Nación” de Argentina, “O Globo” de Brasil, “Nuevo Día” de Puerto Rico, o “El País” de Uruguay ignoraron el evento, pese a que tenían representantes de sus países compitiendo por convertirse en la mujer más bella del mundo. Cabe mencionar que “El Tiempo” de Colombia, sí mencionó a Miss Universo, aunque con ángulo diferente: hizo referencia a las activistas que se reunieron en la ciudad de México para exigir con una parodia del certamen mejoras a los derechos de la mujer en México. De los pocos sitios que apartaron un lugar en sus portales para dar seguimiento al concurso destacan “El Mercurio” de Chile, así como “La Nación” de Costa Rica, que alcanzó a publicar que su represente tica había sido eliminada antes de pasar a la semifinal.
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Claudia Ramírez
El Universal
Martes 29 de mayo de 2007
Detrás de cada reina de belleza mundial existen millones de dólares en juego, los cuales se dividen básicamente así: los que se destinan para la realización del concurso Miss Universo, aportados por el país anfitrión; los que se recuperan, sobre todo en el rubro turístico, en el país sede, gracias a la difusión que se hace de los correspondientes lugares más atractivos durante la transmisión, y los que obtiene para sí mismo el concurso por el simple hecho de ser el dueño de la franquicia.
Miss Universo, así como Miss USA y Miss Teen USA, pertenecen a Miss Universe Organization, cuyos propietarios son la cadena NBC y el empresario estadounidense Donald Trump, quien también tiene negocios en el sector inmobiliario y cuya fortuna, según la revista Forbes , supera los mil 900 millones de dólares (casi 20 mil millones de pesos).
El mundo a sus pies
Se prevé que la transmisión de la final de Miss Universo es la tercera más importante en audiencia a escala mundial: es vista por más de mil millones de personas, sólo superada por algunos eventos deportivos.
Se considera que este lunes la coronación de la nueva reina será seguida en 170 países.
¿Cuánto costó?
Alejandra Barrales, secretaria de Turismo del Distrito Federal, ha calculado que el costo aproximado del evento para nuestro país será de 10 millones de dólares (más de 100 millones de pesos), mismos que aportarán los tres estados que han visitado las misses durante el concurso: Quintana Roo, Chiapas y el Distrito Federal.
En el caso de la ciudad de México, el gasto de la administración es de casi 3.5 millones de dólares (36 millones de pesos); la mayor parte de éstos se cubrirán con patrocinios privados.
A cambio, durante la transmisión televisiva de la final, el Distrito Federal dispondrá de tres minutos para publicidad de sus sitios turísticos.
También se difundirán imágenes de los lugares que las concursantes han visitado durante su estancia en nuestro territorio: en Quintana Roo Cancún, Tulum, Playa del Carmen y Cozumel; en Chiapas, San Cristóbal de la Casas, Chiapa de Corzo, el Cañón del Sumidero, entre otros.
La ganancia para México
La señora Barrales informa que el gasto de la organización se compensará por la derrama económica que dejará el concurso durante y después de su realización.
Se espera un ingreso de 35 millones de dólares (más de 350 millones de pesos) en hoteles y restaurantes los días previos y posteriores al gran evento.
El certamen de Tailandia
Luego del devastador tsunami que destruyó las costas del sureste de Tailandia, se acordó que Miss Universo 2005 se realizaría en aquel país y de esta manera contribuir a su recuperación económica.
Se calcula que el gobierno tailandés invirtió en la organización del evento alrededor de 6.5 millones de dólares, y se obtuvieron alrededor de 120 millones de dólares, gracias a la visita de unos 65 mil turistas, según información que difundió en su momento el ministro de Turismo y Deporte de Tailandia.
El caso de Panamá
Sin embargo, no todos los años ha sido tan redituable ser el anfitrión de las bellezas. Por ejemplo, en 2003, cuando se llevó al cabo en Panamá, el diario local Crítica publicó lo siguiente:
"El gobierno nos vendió la idea de que el concurso Miss Universo sería el gran negocio para el país. Se hablaba sin mayor tapujo de millones por aquí y millones por allá. Panamá ganaría 60 millones de balboas por la celebración del certamen ....pero el informe preliminar ... revela que el Estado invirtió 9 millones de balboas y los ingresos generados por el Miss Universo no llegaron a los tres millones".
El negocio para la organización
Miss Universo es una franquicia que se renueva anualmente. En cada país interesado en mandar una candidata existe un tenedor de esta franquicia que, tras el pago (no revelado) de cierta cantidad de dólares (que varía según el tamaño y la capacidad económica de cada territorio) puede enviar a su representante, siempre y cuando cumpla con las reglas que se estipulan en el concurso.
Los organizadores toman en cuenta, también, lo que se recaudará de la transmisión televisada, la cual sirve como excelente promoción de innumerables marcas, por ejemplo, de los trajes de baño BSC, que usan las competidoras.
Para esta empresa, el concurso es la vitrina más rentable que pueden encontrar
El Universal